{"id":761,"date":"2014-08-10T16:21:00","date_gmt":"2014-08-10T16:21:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/2014\/08\/10\/textos-sobre-matrimonioseparacoes-um-minuto-apenas\/"},"modified":"2014-08-10T16:21:00","modified_gmt":"2014-08-10T16:21:00","slug":"artigo761","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/artigo761\/","title":{"rendered":"Textos sobre Matrim\u00f4nio\/Separa\u00e7\u00f5es:  UM MINUTO APENAS"},"content":{"rendered":"<p><a name=more><\/a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<a href=http:\/\/cecal.centronocaminhodaluz.com.br\/bloguer\/pdf.asp?site=cecal&amp; target=_blank><img src=http:\/\/cecal.centronocaminhodaluz.com.br\/bloguer\/pdf_button.png \/><\/a>  <\/p>\n<div align=left><em><strong>UM MINUTO APENAS<br \/>L\u00facia era uma mulher feliz, como poucas, acreditava. Casada com o homem por quem se apaixonara nos verdes anos da adolesc\u00eancia, vivia o sonho da mulher realizada. Um filho lhe viera coroar a felicidade. Que mais ela poderia desejar? Acordava pela manh\u00e3 e saudava o dia cantarolando. Com alegria realizava as tarefas do lar, cuidava do filho, aguardava o marido.<br \/>Tudo \u00eda muito bem at\u00e9 o dia em que descobriu que o homem que tanto amava, a tra\u00eda. E n\u00e3o era de agora. O problema vinha tomando corpo ha algum tempo. Magoada, se dirigiu ao marido e exigiu lhe respeito. A resposta foi brutal, violenta. O homem encantador tor   nou-se raivoso, briguento. Chegou a bater lhe.<br \/>Foi nesse dia que L\u00facia teve a certeza de que seu casamento acabara. N\u00e3o poderia continuar vivendo com algu\u00e9m que chegara \u00e0 agress\u00e3o f\u00edsica.<br \/>Ent\u00e3o, acordou na manh\u00e3 de tristeza, depois de uma noite de ang\u00fastia, e tomou uma s\u00e9ria decis\u00e3o.<br \/>Iria se matar. Acabar com a pr\u00f3pria vida. Mais do que isto, ela desejava vingan\u00e7a.<br \/>Por isso, tomou o filho de quatro anos pela m\u00e3o e decidiu que o mataria. Queria que o marido ficasse com drama de consci\u00eancia. Seu destino era o farol da Barra, na cidade de Salvador, Bahia, onde residia. Ela sabia que era um local onde o mar batia com viol\u00eancia no penhasco.<br \/>A rua por onde transitava era muito movimentada. Enquanto aguardava para fazer a travessia, a crian\u00e7a escapou da sua m\u00e3o e correu por entre os carros. Ela se desesperou.<br \/>Estranho paradoxo. Conduzia a crian\u00e7a para jog\u00e1-la ao mar mas, quando a v\u00ea correr perigo, esquece de si mesma e vai lhe no encontro, agarra-a e a puxa pela m   \u00e3o, um tanto nervosa.<br \/>Neste momento, a crian\u00e7a se abaixa, alheia a tudo que se passava, e recolhe do ch\u00e3o um papel. L\u00facia o toma das m\u00e3os do pequeno e um t\u00edtulo, em letras grandes, lhe chama a aten\u00e7\u00e3o: UM MINUTO APENAS.<br \/>Ela l\u00ea: num minuto apenas, a tormenta acalma, a dor passa, o ausente chega. O dinheiro muda de m\u00e3o, o amor parte, a vida muda. Vai andando, puxando a crian\u00e7a e lendo a p\u00e1gina. Era uma p\u00e1gina medi\u00fanica que vinha assinada por um Esp\u00edrito.<br \/>Ela terminou de ler. Passou o \u00edmpeto. Em um minuto. Parou, olhou ao redor e verificou que tinha chegado ao seu destino. O penhasco estava pr\u00f3ximo. Sentou-se e teve uma crise de choro.<br \/>O impulso de se matar havia desaparecido. Tornou a ler a mensagem. Ela se recordou de um senhor que era esp\u00edrita e trabalhava no banco, no mesmo onde seu marido trabalhava.<br \/>Foi para casa. Lembrou que um dia, jantando em casa dele, ele falara algo sobre Espiritismo. Algo que ela e o marido, por terem outra forma\u00e7\u00e3o religiosa, rech   a\u00e7aram de imediato.<br \/>Ela lhe telefonou, pediu lhe orienta\u00e7\u00e3o e ele a encaminhou a uma Casa Esp\u00edrita.<br \/>Atendida por companheiro dedicado, que lhe ouviu os gritos da alma aflita, passou a buscar na ora\u00e7\u00e3o sincera, na leitura nobre, no passe reconfortante, as necess\u00e1rias for\u00e7as para superar a crise.<br \/>O marido, notando lhe a mudan\u00e7a, a calma, no transcorrer dos dias, a seguiu em uma das suas sa\u00eddas do lar.<br \/>Desconfiado adentrou ele tamb\u00e9m na Casa Esp\u00edrita, para descobrir uma fonte de consolo e esclarecimento.<br \/>Hoje, ambos trabalham na seara Esp\u00edrita. Reconstitu\u00edram sua vida, refizeram-se. Os anos rolaram, o garoto \u00e9 um adolescente e mais dois filhos se somaram a ele.<br \/>Mudan\u00e7a de rumo. A vida muda, em um minuto apenas.<br \/>Em um minuto apenas Deus providencia o socorro. Pode ser um cora\u00e7\u00e3o atento, uma m\u00e3o amiga ou um peda\u00e7o de papel impresso, ca\u00eddo na cal\u00e7ada. Papel que o vento n\u00e3o levou para longe.<br \/>Um minuto apenas e o amor volta, a esperan\u00e7a renasce.<br \/>Um minuto    apenas e o sol rompe as nuvens, clareando tudo.<br \/>N\u00e3o se desespere, espere. Um minuto apenas. O socorro chega. O panorama se modifica. A vida refloresce.<br \/>Tenha paci\u00eancia. N\u00e3o se entregue \u00e0 desesperan\u00e7a. Aguarde. Enquanto voc\u00ea sofre, Deus providencia o aux\u00edlio.<br \/>Aguarde. Um minuto apenas.<br \/>A MENSAGEM ENTENDIDA Patr\u00edcia sentiu seu mundo desmoronar quando, ap\u00f3s onze anos de casamento, seu marido lhe anunciou que tinha dado entrada no div\u00f3rcio e estava saindo de casa.<br \/>Seu primeiro pensamento foi para os filhos: o menino tinha apenas cinco anos e a menina, quatro.<br \/>As d\u00favidas a assaltaram. Ser\u00e1 que ela conseguiria manter a fam\u00edlia unida? Ser\u00e1 que conseguiria transmitir lhes o sentido de fam\u00edlia? Ser\u00e1 que, criando-os sozinha, conseguiria manter o lar, lhes ensinar \u00e9tica, valores morais e tudo o mais que eles precisariam para a vida? O importante era tentar. E ela tentou. Durante a semana, ela arranjava tempo para rever os deveres de casa, discutir a import\u00e2ncia de faz   er as coisas certas. Nos finais de semana, um programa infal\u00edvel era lev\u00e1-los para a evangeliza\u00e7\u00e3o.<br \/>Era importante alimentar os seus esp\u00edritos com as li\u00e7\u00f5es de Deus, Jesus, a Boa Nova.<br \/>E assim se passaram dois anos. Num dia das m\u00e3es foi preparada uma homenagem muito bonita, no templo religioso. Falou-se a respeito da dif\u00edcil tarefa de ser m\u00e3e e do reconhecimento que toda m\u00e3e merecia.<br \/>Finalmente, foi pedido que cada crian\u00e7a escolhesse, dentre as tantas flores que estavam em vasos enfeitados, uma para dar a sua m\u00e3e, como s\u00edmbolo do quanto era amada e estimada.<br \/>Os filhos de patr\u00edcia se encaminharam at\u00e9 as plantas. Enquanto esperava, patr\u00edcia pensava nos momentos dif\u00edceis que os tr\u00eas haviam passado juntos.<br \/>Olhou as beg\u00f4nias, as margaridas douradas, os amores-perfeitos violetas e ficou a planejar onde plantar o que quer que escolhessem para ela. Com certeza, eles trariam uma linda flor, como demonstra\u00e7\u00e3o de seu amor.<br \/>Todas as crian\u00e7as j\u00e1 haviam escolhido as plan   tinhas e ofertado para suas m\u00e3es, enquanto os filhos de patr\u00edcia continuavam a escolher. Pareciam levar a tarefa muito a s\u00e9rio, olhando atentamente cada vaso.<br \/>Finalmente, com um grito de alegria, eles acharam algo bem no fundo. Com sorrisos a lhes iluminar os rostinhos, eles avan\u00e7aram at\u00e9 onde ela estava sentada e a presentearam com a planta que haviam escolhido.<br \/>Ela olhou estarrecida. A planta estava murcha, com aspecto doentio. Aflita, ela aceitou o vaso que os filhos lhe estendiam. Era \u00f3bvio que eles haviam escolhido a menor planta, a mais doente. Nem flor tinha. Ela sentia vontade de chorar.<br \/>Mas eles olhavam para a plantinha orgulhosos, sorridentes. Mais tarde, j\u00e1 em casa, patr\u00edcia n\u00e3o se conteve e perguntou: Por que, em meio a flores t\u00e3o maravilhosas, voc\u00eas escolheram esta flor para me dar? Ainda orgulhoso, o menino declarou: Mam\u00e3e, \u00e9 que esta estava precisando de voc\u00ea.<br \/>Enquanto as l\u00e1grimas escorriam pelo seu rosto, patr\u00edcia abra\u00e7ou seus dois filhos, com for   \u00e7a.<br \/>Eles acabavam de lhe dar o maior presente de dia das m\u00e3es que jamais poderia ter imaginado.<br \/>Todo o seu trabalho e sacrif\u00edcio, ela reconhecia, n\u00e3o estava sendo em v\u00e3o: eles estavam crescendo perfeitamente bem e tinham entendido a linguagem da ren\u00fancia e do amor.<br \/>*** N\u00e3o existe uma forma de ser m\u00e3e perfeita, mas um milh\u00e3o delas de ser uma boa m\u00e3e.<br \/>Esmere-se por ser uma boa m\u00e3e o bastante para seus filhos. Sensata para os transformar em homens de bem.<br \/>Correta para lhes dar os exemplos de cidadania.<br \/>Digna para exemplificar a honra e amorosa para lhes falar das coisas que n\u00e3o perecem nunca e criam tesouros al\u00e9m da vida material.<br \/>Equipe de Reda\u00e7\u00e3o do Momento Esp\u00edrita Com base no cap. Flores para o dia das m\u00e3es, de Patr\u00edcia A. Rinaldi, do livro Hist\u00f3rias para aquecer o cora\u00e7\u00e3o das m\u00e3es.<br \/>ONDE FOI PARAR A TERNURA? Voc\u00ea, que j\u00e1 constituiu um lar com a pessoa que embalou suas horas nos primeiros momentos de namoro, \u00e0s vezes se pergunta: onde foi parar aquela    ternura de outrora? Aquele afeto que nos unia como se fossemos um s\u00f3, onde andar\u00e1? Quando ouve aquela m\u00fasica que costumavam ouvir juntos e seu cora\u00e7\u00e3o vibra com a mesma emo\u00e7\u00e3o dos tempos idos, pensa em sil\u00eancio: o que aconteceu com aquele doce encantamento do in\u00edcio? Olha para o companheiro ou companheira e tem a impress\u00e3o de que j\u00e1 n\u00e3o v\u00ea mais a mesma pessoa.<br \/>Uma onda de saudade lhe invade a alma e a melancolia chega com sabor de amargura.<br \/>Parece que as cinzas das dificuldades abafaram a chama do amor&#8230;<br \/>Todos esses cap\u00edtulos fazem parte da hist\u00f3ria de grande parte dos casais.<br \/>O que acontece \u00e9 que nos envolvemos com os compromissos de tal forma, que esquecemos de manter acesa a chama afetiva dos primeiros tempos.<br \/>Na realidade ela n\u00e3o se apagou e, por vezes, est\u00e1 ainda mais forte. N\u00f3s \u00e9 que n\u00e3o nos damos conta disso.<br \/>\u00c9 natural que a paix\u00e3o arrebatadora que propiciou a uni\u00e3o, ceda lugar a uma amizade que somente o tempo de conv\u00edvio pode sedimentar nos cora\u00e7   \u00f5es. E essa amizade vai se consolidando dia ap\u00f3s dia, nos m\u00ednimos cuidados que quebram a rotina.<br \/>Uma balconista da se\u00e7\u00e3o de cosm\u00e9ticos de uma loja conta que um dia notou um rapaz a observar umas caixas de sabonete expostas no balc\u00e3o. Ofereceu-se para ajud\u00e1-lo e ele aceitou dizendo que desejava comprar uns sabonetes finos para presentear a esposa. Por fim escolheu uma caixa bem vistosa e pediu para que ela fizesse um embrulho bem bonito.<br \/>Uma semana depois, a balconista notou que o mesmo rapaz estava em outra se\u00e7\u00e3o olhando artigos para senhoras. Dirigiu-se a ele e lhe perguntou se a sua esposa havia gostado dos sabonetes que ele levou no outro dia.<br \/>&#8211; Bem, ela ainda n\u00e3o os achou, foi a resposta.<br \/>&#8211; Veja, senhorita, eu tenho um plano. Escondo algo para que minha mulher encontre sem esperar.<br \/>&#8211; Ela encontrar\u00e1 os sabonetes na pr\u00f3xima semana, quando for limpar a dispensa. \u00c9 uma surpresa para quebrar a monotonia do servi\u00e7o caseiro, concluiu o jovem esposo.<br \/>S\u00e3o esses    cuidados e aten\u00e7\u00f5es que alimentam a chama da amizade e do afeto verdadeiros.<br \/>N\u00e3o s\u00e3o necess\u00e1rios grandes feitos para cultivar a ternura, mas \u00e9 preciso que sejam constantes e que o respeito seja parte integrante do relacionamento.<br \/>Um mimo inesperado, uma palavra de incentivo, uma flor singela, um abra\u00e7o, um gesto de carinho, s\u00e3o ingredientes seguros para a manuten\u00e7\u00e3o de qualquer casamento. E o que \u00e9 melhor: n\u00e3o t\u00eam contraindica\u00e7\u00e3o.<br \/>*** O casamento \u00e9 uma sociedade de ajuda m\u00fatua, cujos bens s\u00e3o os filhos, esp\u00edritos com os quais nos encontramos vinculados pelos processos e necessidades da evolu\u00e7\u00e3o. (Reda\u00e7\u00e3o do Momento Esp\u00edrita. A frase entre aspas \u00e9 do livro Reposit\u00f3rio de Sabedoria vol II, Matrim\u00f4nio.)<br \/><\/strong><\/em><\/div>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n<p id=\"pvc_stats_761\" class=\"pvc_stats all  \" data-element-id=\"761\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg aria-hidden=\"true\" focusable=\"false\" data-prefix=\"far\" data-icon=\"chart-bar\" role=\"img\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 512 512\" class=\"svg-inline--fa fa-chart-bar fa-w-16 fa-2x\"><path fill=\"currentColor\" d=\"M396.8 352h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V108.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v230.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm-192 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V140.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v198.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm96 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V204.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v134.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zM496 400H48V80c0-8.84-7.16-16-16-16H16C7.16 64 0 71.16 0 80v336c0 17.67 14.33 32 32 32h464c8.84 0 16-7.16 16-16v-16c0-8.84-7.16-16-16-16zm-387.2-48h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8v-70.4c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v70.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8z\" class=\"\"><\/path><\/svg><\/i> <img decoding=\"async\" width=\"16\" height=\"16\" alt=\"Loading\" data-src=\"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/wp-content\/plugins\/page-views-count\/ajax-loader-2x.gif\" border=0 src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" style=\"--smush-placeholder-width: 16px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 16\/16;\" \/><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; UM MINUTO APENASL\u00facia era uma mulher feliz, como poucas, acreditava. 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