{"id":881,"date":"2014-06-02T20:36:00","date_gmt":"2014-06-02T20:36:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/2014\/06\/02\/o-primeiro-olhar\/"},"modified":"2014-06-02T20:36:00","modified_gmt":"2014-06-02T20:36:00","slug":"artigo881","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/artigo881\/","title":{"rendered":"O primeiro olhar"},"content":{"rendered":"<p><a name=more><\/a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<a href=http:\/\/cecal.centronocaminhodaluz.com.br\/bloguer\/pdf.asp?site=cecal&amp; target=_blank><img src=http:\/\/cecal.centronocaminhodaluz.com.br\/bloguer\/pdf_button.png \/><\/a>  O primeiro olhar \u00e9 aquele momento em que a vida passa da sonol\u00eancia para a alvorada.  <\/p>\n<p>\u00c9 a primeira chama que ilumina o \u00edntimo mais profundo do cora\u00e7\u00e3o. \u00c9 a primeira nota m\u00e1gica arrancada das cordas de prata de um sentimento que poder\u00e1 nascer.  <\/p>\n<p>\u00c9 aquele momento instant\u00e2neo em que se abrem diante da alma as cr\u00f4nicas do tempo, e se revelam aos olhos as proezas da noite, e as vozes da consci\u00eancia.  <\/p>\n<p>Ele \u00e9 que abre os segredos da eternidade para o futuro.  <\/p>\n<p>\u00c9 a semente lan\u00e7ada, e espargida pelos olhos do ser amado na paisagem do amor, depois regada e cuidada pela afei\u00e7\u00e3o, e finalmente colhida pela alma.  <\/p>\n<p>Nada mais cheio de esperan\u00e7a do que o primeiro olhar.  <\/p>\n<p>Nenhuma    expectativa v\u00e3, pois n\u00e3o se teve tempo de esperar ainda. Nenhum sentir fugaz, pois n\u00e3o chegou o tempo do sentir.  <\/p>\n<p>Nada interfere no primeiro olhar, durante os infinitos segundos que sobrevive.  <\/p>\n<p>N\u00e3o h\u00e1 tempo. N\u00e3o h\u00e1 espa\u00e7o. Apenas olhares que se interpenetram pela primeira vez.  <\/p>\n<p>O que buscam ao se deixarem perder? O que dizem? Quando dizem? Respostas que n\u00e3o vir\u00e3o.  <\/p>\n<p>Mesmo que ap\u00f3s esse, se sigam muitos outros, que os olhos decidam por enamorar-se, e que se visitem diariamente em cada aurora, a lembran\u00e7a do primeiro fica na retina da alma, na Hist\u00f3ria do Esp\u00edrito.  <\/p>\n<p>E quantos primeiros olhares, neste exato instante do tempo?  <\/p>\n<p>Quantas vidas alvorecem com eles enquanto observamos os carros passando apressados. Enquanto miramos janelas, pessoas. Enquanto consideramos &#8211; apenas, ent\u00e3o, somente.  <\/p>\n<p>Quantas novas chances para a vida s\u00e3o dadas com esses arroubos singelos e transparentes&#8230;  <\/p>\n<p>Quantas novas for\u00e7as, novas oport   unidades, vis\u00f5es novas sobre um mundo velho&#8230;  <\/p>\n<p>Quantos reencontros velados pelo esquecimento da mem\u00f3ria, se entregam pela lembran\u00e7a do cora\u00e7\u00e3o&#8230;  <\/p>\n<p>O que seria do amor sem o primeiro olhar.  <\/p>\n<p>*   *   *  <\/p>\n<p>Celebremos o amor que nasce, o amor que promete, o amor potencial.  <\/p>\n<p>Celebremos o germe, da mesma forma, que festejamos o fruto doce.  <\/p>\n<p>Exaltemos a vontade de ser borboleta, encontrada na lagarta que nasce.  <\/p>\n<p>Festejemos cada novo amor, da mesma maneira que exultamos ao receber no mundo uma crian\u00e7a.  <\/p>\n<p>N\u00e3o nos deixemos levar pelo pessimismo destruidor de cora\u00e7\u00f5es partidos, que ainda n\u00e3o permitiram que o tempo cicatrizasse suas chagas.  <\/p>\n<p>N\u00e3o desistamos t\u00e3o facilmente das potencialidades humanas, debaixo de express\u00f5es autof\u00e1gicas como n\u00e3o tem jeito. Est\u00e1 cada dia pior. \u00c9 o fim de tudo.  <\/p>\n<p>Acreditar no amor que est\u00e1 por vir \u00e9 crer na sobreviv\u00eancia da vida, e lutar por ela.  <\/p>\n<p>*   *   *  <\/p>\n<p>O amor \u00e9    de ess\u00eancia divina e todos v\u00f3s, do primeiro ao \u00faltimo, tendes, no fundo do cora\u00e7\u00e3o, a centelha desse fogo sagrado.  <\/p>\n<p>O amor est\u00e1 por toda parte em a natureza, que nos convida ao exerc\u00edcio da nossa intelig\u00eancia.  <\/p>\n<p>At\u00e9 no movimento dos astros o encontramos.  <\/p>\n<p>\u00c9 o amor que orna a natureza de seus ricos tapetes.  <\/p>\n<p>Ele se enfeita e fixa morada onde se lhe deparem flores e perfumes.  <\/p>\n<p>\u00c9 ainda o amor que d\u00e1 paz aos homens, calma ao mar, sil\u00eancio aos ventos e sono \u00e0 dor.  <\/p>\n<p>Reda\u00e7\u00e3o do Momento Esp\u00edrita, com base em texto do  <br \/>livro A voz do Mestre, de Khalil Gibran, ed.  <br \/>Claridade; no item XVI da Introdu\u00e7\u00e3o e item 9 do  <br \/>cap. XI de O Evangelho segundo o Espiritismo, de  <br \/>Allan Kardec, ed. FEB.  <br \/>Em 29.5.2014.<\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n<p id=\"pvc_stats_881\" class=\"pvc_stats all  \" data-element-id=\"881\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg aria-hidden=\"true\" focusable=\"false\" data-prefix=\"far\" data-icon=\"chart-bar\" role=\"img\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 512 512\" class=\"svg-inline--fa fa-chart-bar fa-w-16 fa-2x\"><path fill=\"currentColor\" d=\"M396.8 352h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V108.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v230.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm-192 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V140.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v198.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm96 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V204.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v134.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zM496 400H48V80c0-8.84-7.16-16-16-16H16C7.16 64 0 71.16 0 80v336c0 17.67 14.33 32 32 32h464c8.84 0 16-7.16 16-16v-16c0-8.84-7.16-16-16-16zm-387.2-48h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8v-70.4c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v70.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8z\" class=\"\"><\/path><\/svg><\/i> <img decoding=\"async\" width=\"16\" height=\"16\" alt=\"Loading\" data-src=\"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/wp-content\/plugins\/page-views-count\/ajax-loader-2x.gif\" border=0 src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" style=\"--smush-placeholder-width: 16px; 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