{"id":9528,"date":"2008-07-29T00:00:00","date_gmt":"2008-07-29T00:00:00","guid":{"rendered":""},"modified":"2008-07-29T00:00:00","modified_gmt":"2008-07-29T00:00:00","slug":"artigo9528","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/artigo9528\/","title":{"rendered":"A PAR\u00c3\u0081BOLA DO CREDOR INCOMPASSIVO"},"content":{"rendered":"<div>&#160;<\/div>\n<div style=text-align: center align=center>&#160;<\/div>\n<div style=text-indent: 26.05pt; text-align: justify>&#160;<\/div>\n<div style=text-indent: 26.05pt; text-align: justify>H\u00e1 muito tempo e muito longe daqui, havia um rei que governava um grande e rico pa\u00eds.<\/div>\n<div style=text-indent: 26.05pt; text-align: justify>Esse rei tinha muitos ministros que se conside\u00c2\u00adravam seus servos, t\u00e3o grande era o poder de seu grande chefe.<\/div>\n<div style=text-indent: 26.05pt; text-align: justify>Cada ministro exercia uma tarefa e uma fun\u00e7\u00e3o determinada no governo daquele pa\u00eds.<\/div>\n<div style=text-indent: 24.9pt; text-align: justify>Um dia, o rei chamou os seus servidores (que eram os tesoureiros e oficiais de sua corte) para fazer contas com ele. Todos teriam que prestar contas ao monarca. Alguns haviam feito empr\u00e9stimos e era chegada a hora de pagar suas d\u00edvidas ao rei.<\/div>\n<div style=text-indent: 24.9pt; text-align: justify>Chegou, primeiramente, um importante servidor, que era uma esp\u00e9cie de tesoureiro do reino. Feito o balan\u00e7o, foi verificado que ele devia ao rei a grande quantia de <span>dez mil talentos. (O talento era uma moe\u00c2\u00adda antiga que valia mais ou menos vinte mil cru\u00c2\u00adzeiros). A d\u00edvida total do ministro era, pois, de DU\u00c2\u00adZENTOS MILH\u00d5ES DE CRUZEIROS, que ele ha\u00c2\u00advia retirado do tesouro real para suas despesas extra\u00c2\u00advagantes de homem pr\u00f3digo.<\/span><\/div>\n<div style=text-indent: 24.9pt; text-align: justify>Esse oficial gastara no jogo e no luxo essa quan\u00c2\u00adtia fabulosa e agora n\u00e3o tinha possibilidade de pa\u00c2\u00adgar sua d\u00edvida ao rei.<\/div>\n<div style=text-indent: 24.9pt; text-align: justify>Naquele tempo, as leis dos pa\u00edses orientais orde\u00c2\u00adnavam que fosse vendido, juntamente com sua espo\u00c2\u00adsa, seus filhos e seus bens, aquele que n\u00e3o pudesse pagar suas d\u00edvidas ou restituir seus roubos. Foi o que o rei fez, O seu ministro n\u00e3o tinha com que pagar o d\u00e9bito, O rei, ent\u00e3o, ordenou que ele, sua esposa e seus filhos fossem vendidos para pagamento da d\u00edvida.<\/div>\n<div>Ouvindo o julgamento do rei, o grande servidor ajoelhou-se diante dele e suplicou-lhe, entre l\u00e1grimas e lamenta\u00e7\u00f5es:<\/div>\n<div style=text-indent: 24.9pt; text-align: justify> \u201d<span> Senhor, tem piedade, tem paci\u00eancia comigo. Eu trabalharei e te pagarei tudo.<\/span><\/div>\n<div style=text-indent: 24.9pt; text-align: justify>O&#160;soberano encheu-se de compaix\u00e3o por aquele infeliz homem, que gastara loucamente seu dinheiro e agora estava reduzido\u00e0 mis\u00e9ria. E perdoou-lhe a d\u00edvida.<\/div>\n<div style=text-indent: 24.9pt; text-align: justify>O&#160;tesoureiro saiu do pal\u00e1cio real com o-cora\u00e7\u00e3o aliviado pelo perd\u00e3o de seu senhor. Era agora um pobre, estava reduzido\u00e0 mis\u00e9ria, mas, estava em liberdade e sentia-se feliz: tinha sua mulher, seus filhos e sua casa. Haveria de trabalhar para viver, trabalharia muito  \u201d pensou&#8230;<\/div>\n<div style=text-indent: 24.9pt; text-align: justify>N\u00e3o muito longe do pal\u00e1cio, encontrou, no en\u00c2\u00adtanto, um pobre servidor do rei, a quem, h\u00e1 muito tempo, ele emprestara a pequena quantia de <span>cem den\u00e1rios, que em nossa moeda correspondem a cer\u00c2\u00adca de TREZENTOS CRUZEIROS.<\/span><\/div>\n<div style=text-indent: 24.9pt; text-align: justify>O&#160;tesoureiro do rei estava na mis\u00e9ria&#8230; E ali estava, a poucos passos dele, algu\u00e9m que lhe devia algum dinheiro&#8230;<\/div>\n<div style=text-indent: 24.9pt; text-align: justify>Esquecendo-se do perd\u00e3o do bondoso rei, que ti\u00c2\u00advera compaix\u00e3o dele, o tesoureiro avan\u00e7ou para o pobre homem e, segurando-o pela garganta, sem a menor piedade, foi-lhe gritando:<\/div>\n<div style=text-indent: 24.9pt; text-align: justify> \u201d<span> Paga o que me deves&#8230; Paga-me os cem den\u00e1\u00c2\u00adrios, j\u00e1, sem demora&#8230;<\/span><\/div>\n<div style=text-indent: 24.9pt; text-align: justify>E, cruelmente, sufocava o pobre servidor do pa\u00c2\u00adl\u00e1cio. Este conseguiu ajoelhar-se diante do tesoureiro e, chorando, sem for\u00e7as, suplicou:<\/div>\n<div style=text-indent: 24.9pt; text-align: justify> \u201d<span> Senhor, tem piedade, tem paci\u00eancia comigo. Eu trabalharei e te pagarei tudo.<\/span><\/div>\n<div>Mas, o tesoureiro era um homem duro de cora\u00c2\u00ad\u00e7\u00e3o e n\u00e3o atendeu ao pobre devedor. Esqueceu-se de que, momentos antes, ele estava na mesma situa\u00e7\u00e3o, com uma d\u00edvida imensamente maior e fora perdoado pelo rei&#8230; Mandou prender o infeliz companheiro at\u00e9 que lhe pagasse a d\u00edvida.<\/div>\n<div style=text-indent: 24.35pt; text-align: justify>Aconteceu, por\u00e9m, uma coisa que o tesoureiro n\u00e3o esperava. Alguns oficiais da corte, que assis\u00c2\u00adtiram\u00e0 cena do perd\u00e3o do soberano, passavam pela rua justamente no momento em que o tesoureiro apertava a garganta do seu pobre devedor e este lhe suplicava inutilmente miseric\u00f3rdia.<\/div>\n<div style=text-indent: 24.35pt; text-align: justify>Os oficiais ficaram profundamente tristes quan\u00c2\u00addo viram o pobre devedor ser levado para a pris\u00e3o, por uma d\u00edvida t\u00e3o pequena, por ordem de quem havia sido perdoado por uma d\u00edvida t\u00e3o grande. E, imediatamente, voltaram\u00e0 presen\u00e7a de Sua Majes\u00c2\u00adtade para contar-lhe tudo que viram e ouviram.<\/div>\n<div style=text-indent: 24.35pt; text-align: justify>Ent\u00e3o, o rei mandou que seus soldados fossem buscar o tesoureiro. Quando este chegou diante do trono, muito amedrontado e acovardado, o rei lhe disse:<\/div>\n<div style=text-indent: 24.35pt; text-align: justify> \u201d Servo malvado, eu perdoei a tua d\u00edvida porque me suplicaste; n\u00e3o devias tu, igualmente, ter com\u00c2\u00adpaix\u00e3o de teu devedor como eu tive de ti? Mas, como \u00e9s maldoso e n\u00e3o tiveste miseric\u00f3rdia de teu pr\u00f3ximo, n\u00e3o mereces a liberdade. Ir\u00e1s para a pris\u00e3o at\u00e9 paga\u00c2\u00adres tudo que me deves.<\/div>\n<div style=text-align: justify>&#160;<\/div>\n<div style=text-align: center align=center>*<\/div>\n<div style=text-align: justify>&#160;<\/div>\n<div style=text-indent: 24.35pt; text-align: justify>Termina Jesus a Par\u00e1bola dizendo, numa adver\u00c2\u00adt\u00eancia que n\u00e3o se deve esquecer:  Assim vos far\u00e1 tamb\u00e9m meu Pai Celestial, se do cora\u00e7\u00e3o n\u00e3o per\u00c2\u00addoardes, cada um a seu irm\u00e3o, as suas ofensas<\/div>\n<div style=text-indent: 24.35pt; text-align: justify>Entendeu, querida crian\u00e7a, a Par\u00e1bola do Cre\u00c2\u00addor Incompassivo?<\/div>\n<div>O rei representa Deus, que \u00e9 o Rei do Universo. Ele nos tem perdoado uma d\u00edvida imensa. Nossa presen\u00e7a na Terra (nossa atual encarna\u00e7\u00e3o) signi\u00c2\u00adfica um aspecto do imenso perd\u00e3o de Deus para co\u00c2\u00adnosco. Imensa era nossa d\u00edvida para com Deus (tal como a do tesoureiro), d\u00edvida representada pelas nossas muitas culpas e pecados atrav\u00e9s de muitas encarna\u00e7\u00f5es. Deus nos oferece, agora, o Seu Perd\u00e3o atrav\u00e9s de nova oportunidade, nesta atual exist\u00ean\u00c2\u00adcia, para nos corrigirmos e buscarmos a perfei\u00e7\u00e3o de nossos esp\u00edritos. N\u00e3o se esque\u00e7a disso, filhinho.<\/div>\n<div style=text-align: justify><span>&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Lembremo-nos sempre do Perd\u00e3o Divino, sobre\u00c2\u00adtudo quando formos ofendidos por algu\u00e9m. Por maior que seja a ofensa que algu\u00e9m nos fa\u00e7a (cal\u00ednia, per\u00c2\u00adsegui\u00e7\u00e3o, intriga, brutalidade, etc.), lembremo-nos de que muito mais temos ofendido a Lei Divina com as nossas rebeldias, nesta vida atual e em nossas exis\u00c2\u00adt\u00eancias passadas.<\/span><\/div>\n<div style=text-align: justify><span>&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Por maior que seja a maldade que algu\u00e9m nos fa\u00e7a, saibamos perdoar-lhe essa d\u00edvida moral, recor\u00c2\u00addando a par\u00e1bola. Pensemos assim: qualquer ofen\u00c2\u00adsa, por maior que seja, n\u00e3o passa de cem den\u00e1rios (trezentos cruzeiros), se ela pudesse ser calculada em dinheiro. E pensemos tamb\u00e9m, filhinho, usando a mesma compara\u00e7\u00e3o, que nossa d\u00edvida para com Deus \u00e9 infinitamente maior: \u00e9 de dez mil talentos (DUZENTOS MILH\u00d5ES DE CRUZEIROS)!&#8230;<\/span><\/div>\n<div style=text-align: justify><span>&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Saibamos perdoar sempre, qualquer que seja a ofensa, que \u00e9 sempre pequena comparada com as ofensas que temos feito\u00e0 Divina Majestade de nosso Rei do C\u00e9u.<\/span><\/div>\n<div style=text-align: justify><span>&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Perdoemos sempre, querida crian\u00e7a, nunca es\u00c2\u00adquecendo as miseric\u00f3rdias de Deus. Ele sempre se\u00c2\u00admeou b\u00ean\u00e7\u00e3os auxiliadoras sobre nossos esp\u00edritos culpados, oferecendo-nos novas oportunidades de repara\u00e7\u00e3o e progresso. Imitemos nosso Pai do C\u00e9u e n\u00e3o o tesoureiro da Par\u00e1bola. Entendeu tudo, filhi\u00c2\u00adnho?<\/span><\/div>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n<p id=\"pvc_stats_9528\" class=\"pvc_stats all  \" data-element-id=\"9528\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg aria-hidden=\"true\" focusable=\"false\" data-prefix=\"far\" data-icon=\"chart-bar\" role=\"img\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 512 512\" class=\"svg-inline--fa fa-chart-bar fa-w-16 fa-2x\"><path fill=\"currentColor\" d=\"M396.8 352h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V108.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v230.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm-192 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V140.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v198.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm96 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V204.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v134.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zM496 400H48V80c0-8.84-7.16-16-16-16H16C7.16 64 0 71.16 0 80v336c0 17.67 14.33 32 32 32h464c8.84 0 16-7.16 16-16v-16c0-8.84-7.16-16-16-16zm-387.2-48h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8v-70.4c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v70.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8z\" class=\"\"><\/path><\/svg><\/i> <img decoding=\"async\" width=\"16\" height=\"16\" alt=\"Loading\" data-src=\"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/wp-content\/plugins\/page-views-count\/ajax-loader-2x.gif\" border=0 src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" style=\"--smush-placeholder-width: 16px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 16\/16;\" \/><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#160; &#160; &#160; H\u00e1 muito tempo e muito longe daqui, havia um rei que governava um grande e rico pa\u00eds. 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