{"id":9537,"date":"2008-08-01T00:00:00","date_gmt":"2008-08-01T00:00:00","guid":{"rendered":""},"modified":"2008-08-01T00:00:00","modified_gmt":"2008-08-01T00:00:00","slug":"artigo9537","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/artigo9537\/","title":{"rendered":"Garra"},"content":{"rendered":"<p>Esta \u00e9 a hist\u00f3ria de um pai que nunca desistiu de lutar pela felicidade do filho<\/p>\n<div style=text-align: center><object data=http:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/filmes\/garra.wmv type=video\/x-ms-wmv><param value=http:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/filmes\/garra.wmv name=src \/><param value=true name=autostart \/><param value=true name=controller \/><\/object><br \/>\n&#160;<\/div>\n<div style=text-align: left>\n<p>No meio de tantos atletas, um homem tem uma miss\u00e3o maior. Seu filho quer participar, e ele vai atender o desejo do filho. A essa altura, voc\u00ea deve estar cheio de perguntas, tentando entender e at\u00e9 acreditar nesta hist\u00f3ria. Esta \u00e9 a hist\u00f3ria de um pai que nunca desistiu de lutar pela felicidade do filho.<\/p>\n<p>Rick \u00e9 o mais velho dos tr\u00eas filhos de Dick Hoyt. Durante o parto, o cord\u00e3o umbilical se enrolou no pesco\u00e7o. Faltou oxigena\u00e7\u00e3o no c\u00e9rebro, provocando danos irrevers\u00edveis. Rick n\u00e3o pode falar ou controlar os movimentos de seus bra\u00e7os e pernas. Parecia condenado.<\/p>\n<p> Os m\u00e9dicos disseram:  \u02dcLivre-se dele. \u00c9 melhor intern\u00e1-lo. Ele vai ser um vegetal o resto da vida \u2122. N\u00f3s choramos, mas decidimos trat\u00e1-lo como uma crian\u00e7a normal. Ele \u00e9 o centro das aten\u00e7\u00f5es e est\u00e1 sempre inclu\u00eddo em tudo \u009d, conta Dick Hoyt.<\/p>\n<p>Rick sempre teve amor, mas ningu\u00e9m sabia at\u00e9 que ponto ele conseguia absorver e entender o que se passava a sua volta. A escola achava que ele n\u00e3o tinha capacidade de aprender. Os m\u00e9dicos tamb\u00e9m.<\/p>\n<p> Mas a\u00ed n\u00f3s pedimos para os m\u00e9dicos contarem uma piada, e Rick caiu na gargalhada. Eles, ent\u00e3o, disseram que talvez haja algo a\u00ed dentro \u009d, lembra Dick Hoyt.<\/p>\n<p>Cientistas desenvolveram um sistema de comunica\u00e7\u00e3o para Rick. Com o movimento lateral da cabe\u00e7a, o \u00ednico que consegue controlar, ele poderia escolher letras que passavam pela tela e, assim, lentamente, escrever palavras.<\/p>\n<p> Ele tinha 12 anos, e todo mundo estava apostando quais seriam as primeiras palavras da vida dele. Seriam  \u02dcOi, pai! ou Oi, m\u00e3e! \u2122?. Que nada! Ele disse:  \u02dcGo, Bruins \u2122, uma frase de incentivo ao Boston Bruins, time de h\u00f3quei \u009d, conta Dick Hoyt<\/p>\n<p>Rick participava de tudo. E foi assim que surgiu a id\u00e9ia de correr.<\/p>\n<p> Um colega da escola sofreu acidente e ficou paral\u00edtico. Foi organizada uma corrida para arrecadar dinheiro para o tratamento. E Rick, atrav\u00e9s do computador, pediu:  \u02dcEu tenho que fazer algo por ele. Tenho que mostrar para ele que a vida continua, mesmo que ele esteja paralisado. Eu quero participar da corrida \u2122 \u009d, lembra Dick Hoyt. Eu tinha 40 anos e n\u00e3o era um atleta. Corria tr\u00eas vezes por semana, uns dois quil\u00f4metros, s\u00f3 para tentar manter o peso. N\u00f3s largamos no meio da galera, e todo mundo achou que a gente s\u00f3 ia at\u00e9 a primeira curva e ia voltar. Mas n\u00f3s fizemos a prova inteirinha, chegando quase em \u00edltimo, mas n\u00e3o em \u00edltimo. Ao cruzarmos a linha de chegada, Rick tinha o maior sorriso que voc\u00ea j\u00e1 viu. E quando chegamos em casa, ele me disse, atrav\u00e9s do computador:  \u02dcPai, durante a corrida, eu sinto como se minha defici\u00eancia desaparecesse \u2122. Ele se chamou de p\u00e1ssaro livre, porque ent\u00e3o estava livre para correr e competir com todo mundo \u009d.<\/p>\n<p>Que pai n\u00e3o faria todo o esfor\u00e7o para levar tamanha felicidade a um filho? Dick come\u00e7ou a treinar, e eles resolveram participar de outras provas. Mas a recep\u00e7\u00e3o n\u00e3o foi boa.<\/p>\n<p> Ningu\u00e9m falava com a gente, ningu\u00e9m nos queria na corrida. Fam\u00edlias de outros deficientes me escreviam e estavam com raiva de mim. Perguntavam: O que voc\u00ea est\u00e1 fazendo? Procurando a gl\u00f3ria pra voc\u00ea?. O que eles n\u00e3o sabiam \u00e9 que Rick \u00e9 que me empurrava para todas as corridas \u009d, conta Dick Hoyt.<\/p>\n<p>E contra todos, eles foram em frente. Um ano depois, participaram da primeira maratona. Cinco anos mais tarde, veio a id\u00e9ia do triatlo. Mas, para fazer triatlo com seu filho, Dick Hoyt tinha uma s\u00e9rie de problemas para resolver.<\/p>\n<p>Primeiro: equipamento. N\u00e3o existia nada parecido no mercado. Todo o material de competi\u00e7\u00e3o teve que ser desenvolvido. E a cada competi\u00e7\u00e3o, Dick Hoyt tinha que chegar mais cedo para montar tudo.<\/p>\n<p>Mas Dick Hoyt tinha um problema muito maior a resolver para poder fazer triatlo com o filho. Uma coisinha b\u00e1sica: ele n\u00e3o sabia nadar. Mudou-se para uma casa\u00e0 beira de um lago e foi.<\/p>\n<p> Nunca vou esquecer o primeiro dia. Eu me joguei no lago e adivinha: afundei. Mas todo dia eu chegava do trabalho e tentava ir um pouquinho mais longe \u009d, conta Dick Hoyt.<\/p>\n<p>Entre o primeiro dia no lago e o primeiro triatlo, foram apenas nove meses. A quest\u00e3o da nata\u00e7\u00e3o estava resolvida, mas Dick Hoyt ainda tinha mais uma dificuldade pela frente: j\u00e1 fazia um certo tempo que ele n\u00e3o montava numa bicicleta  \u201c desde os 6 anos de idade.<\/p>\n<p>O ciclismo \u00e9 a parte mais dif\u00edcil para os Hoyt. A bicicleta deles \u00e9 quase seis vezes mais pesada que a dos outros, sem contar o peso de Rick. Na subida, isso fica claro.<\/p>\n<p> Ningu\u00e9m me ensinou a nadar, a pedalar ou a correr como um atleta. N\u00f3s simplesmente fizemos. Do nosso jeito \u009d, comenta Dick Hoyt.<\/p>\n<p>Do jeito deles, pai e filho enfrentaram os mais incr\u00edveis desafios. O mais impressionante: o Iron Man, no Hava\u00ed, o mais duro dos triatlos. S\u00e3o 3,8 mil metros de nata\u00e7\u00e3o, 180 quil\u00f4metros de ciclismo e uma maratona inteira no fim: 42,195 quil\u00f4metros de corrida em mais de 13 horas de um esfor\u00e7o sobre-humano.<\/p>\n<p>Dick e Rick venceram a desconfian\u00e7a. Hoje s\u00e3o queridos onde chegam. Recebem incentivos dos outros competidores a todo instante e at\u00e9 agradecimentos.<\/p>\n<p> Voc\u00eas s\u00e3o incr\u00edveis. Obrigada \u009d, diz uma triatleta.<\/p>\n<p>Um rapaz diz que resolveu fazer triatlo por causa deles: Hoje foi minha primeira corrida e eu gostaria de agradec\u00ea-los por serem minha inspira\u00e7\u00e3o \u009d.<\/p>\n<p> \u00c9 de emocionar, porque voc\u00ea come\u00e7a a refletir o que tem feito da sua vida \u009d, comenta uma mulher.<\/p>\n<p> \u00c9 a parte mais fenomenal do triatlo. \u00c9 incr\u00edvel o que esse homem faz com seu filho \u009d, elogia outra mulher.<\/p>\n<p> Ele \u00e9 um grande homem. Ele tem cora\u00e7\u00e3o, \u00e9 um bom homem \u009d, ressalta um atleta.<\/p>\n<p>Desde 1980, foram seis edi\u00e7\u00f5es de Iron Man, 66 maratonas e competi\u00e7\u00f5es de diversos tipos. Pai e filho completaram 975 provas juntos. Jamais abandonaram uma sequer e nunca chegaram em \u00edltimo lugar. Eles t\u00eam orgulho de dizer:  Chegamos perto do \u00edltimo, mas nunca em \u00edltimo \u009d. Sempre com o mesmo final apote\u00f3tico: p\u00edblico comovido, bra\u00e7os abertos e aquele mesmo sorriso enorme na linha de chegada.<\/p>\n<p>Atualmente, Rick tem 46 anos. Com o movimento da cabe\u00e7a, escreve no computador frases que ser\u00e3o faladas por um sintetizador de voz. \u00c9 um homem bem-humorado.  As pessoas,\u00e0s vezes, ficam olhando para mim. Eu espero que seja porque eu estou muito bonito \u009d, brinca.<\/p>\n<p>Rick formou-se em educa\u00e7\u00e3o especial na Universidade de Boston.  N\u00e3o d\u00e1 para descrever a felicidade no dia da formatura. Foi minha maior realiza\u00e7\u00e3o. Eu mostrei para as pessoas que elas n\u00e3o t\u00eam que sentar e esperar a vida passar \u009d, comenta.<\/p>\n<p>Hoje ele n\u00e3o mora mais com o pai. Mora sozinho, com a ajuda de pessoas contratadas para dar assist\u00eancia. E se voc\u00ea fica dois minutos com Rick, jamais vai esquecer o seu sorriso.<\/p>\n<p> Ele \u00e9 muito, muito, muito feliz. Provavelmente, mais feliz do que 95% da popula\u00e7\u00e3o \u009d, afirma o pai, Dick Hoyt, que escreveu um livro e criou uma funda\u00e7\u00e3o para ajudar outras pessoas com paralisia cerebral. Hoje o superpai tem 68 anos e impressiona pelo vigor que continua apresentando.<\/p>\n<p>Aos 52, empurrando Rick, conseguiu o incr\u00edvel tempo de 2h40m na Maratona de Boston, pouco mais de meia hora acima do recorde mundial. Marca excelente para um amador, sensacional para uma pessoa dessa idade e inacredit\u00e1vel para quem corre empurrando uma cadeira de rodas.<\/p>\n<p> J\u00e1 me disseram para competir sozinho, mas eu n\u00e3o fa\u00e7o nada sozinho. N\u00f3s come\u00e7amos como um time e \u00e9 assim que vai ser. O que importa para mim \u00e9 estar aqui e competindo ao lado do Rick \u009d, afirma Dick Hoyt.<\/p>\n<p>Por isso, eles se chamam  Team Hoyt \u009d  \u201c o time Hoyt, a equipe Hoyt. Pai e filho, insepar\u00e1veis. Richard Eugene Hoyt e Richard Eugene Hoyt Junior: uma mensagem viva para o mundo.<\/p>\n<p> Nossa mensagem \u00e9: Sim, voc\u00ea pode. N\u00e3o h\u00e1, no nosso vocabul\u00e1rio, a palavra  \u02dcimposs\u00edvel \u2122. Esse \u00e9 o nosso lema. E n\u00f3s continuaremos com ele at\u00e9 o fim \u009d, garante Dick Hoyt.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n<p id=\"pvc_stats_9537\" class=\"pvc_stats all  \" data-element-id=\"9537\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg aria-hidden=\"true\" focusable=\"false\" data-prefix=\"far\" data-icon=\"chart-bar\" role=\"img\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 512 512\" class=\"svg-inline--fa fa-chart-bar fa-w-16 fa-2x\"><path fill=\"currentColor\" d=\"M396.8 352h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V108.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v230.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm-192 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V140.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v198.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm96 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V204.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v134.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zM496 400H48V80c0-8.84-7.16-16-16-16H16C7.16 64 0 71.16 0 80v336c0 17.67 14.33 32 32 32h464c8.84 0 16-7.16 16-16v-16c0-8.84-7.16-16-16-16zm-387.2-48h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8v-70.4c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v70.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8z\" class=\"\"><\/path><\/svg><\/i> <img decoding=\"async\" width=\"16\" height=\"16\" alt=\"Loading\" data-src=\"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/wp-content\/plugins\/page-views-count\/ajax-loader-2x.gif\" border=0 src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" style=\"--smush-placeholder-width: 16px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 16\/16;\" \/><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Esta \u00e9 a hist\u00f3ria de um pai que nunca desistiu de lutar pela felicidade do filho &#160; No meio de tantos atletas, um homem tem uma miss\u00e3o maior. 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