{"id":9550,"date":"2008-08-06T00:00:00","date_gmt":"2008-08-06T00:00:00","guid":{"rendered":""},"modified":"2008-08-06T00:00:00","modified_gmt":"2008-08-06T00:00:00","slug":"artigo9550","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/artigo9550\/","title":{"rendered":"Toxicodepend\u00eancia: fuga para onde?"},"content":{"rendered":"<table style=width: 664px; height: 3427px cellspacing=0 cellpadding=0 width=664 border=0>\n<tbody>\n<tr>\n<td align=left width=100%>\n<div><font color=#000080>&#160; <br \/>\n            <i>O psiquiatra dizia naquela entrevista, no Centro de Profilaxia da Droga, para um programa de r\u00e1dio que faz\u00edamos na inesquec\u00edvel \u00e9poca das chamadas r\u00e1dios-piratas: \u00c2\u00abSabe, \u00e9 muito dif\u00edcil tratar esta doen\u00e7a. Enquanto o canceroso aceita o tratamento, o toxicodependente n\u00e3o. Porque a droga d\u00e1-lhe um prazer imediato\u00c2\u00bb, e ele n\u00e3o quer naquele momento saber da ressaca e do que vem depois.<\/i> &#160; &#160; <br \/>\n            &#160; <br \/>\n            &#160; <br \/>\n            A grande quest\u00e3o \u00e9 o complicado labirinto em que se pode entrar distra\u00eddo. Algu\u00e9m oferece uma e outra vez, at\u00e9 que a habitua\u00e7\u00e3o cobra mais dinheiro e mais sa\u00edde.&#160; &#160; <br \/>\n            &#160; <br \/>\n            \u00c3\u20ac partida, todo o ser vive na busca do poder de estar bem. E, nesse percurso, instrumentaliza v\u00e1rias actividades. Nem sempre, num n\u00edvel prim\u00e1rio de evolu\u00e7\u00e3o, se sabe resolver bem esses problemas, mas a verdade \u00e9 que se tenta, e de que maneira&#8230;&#160; &#160; <br \/>\n            &#160; <br \/>\n            S\u00f3 que o nosso bem-estar depende muito das op\u00e7\u00f5es que tomamos. Algumas delas, depois de assumidas, podem impor um dif\u00edcil retorno. &#160; <\/font><\/div>\n<div><font color=#000080><b>Respigos <\/b>&#160; <\/font><\/div>\n<div><font color=#000080>O prazer \u00e9 como um isco com que a vida estimula a caminhada evolutiva de todos n\u00f3s. A\u00ed, os passos s\u00e3o dados em conformidade com os valores adquiridos no imo do ser.&#160; &#160; <br \/>\n            &#160; <br \/>\n            Do ponto de vista hist\u00f3rico, s\u00f3 quando j\u00e1 era um h\u00e1bito o consumo de drogas \u00e9 que ocorreu o seu reconhecimento como tal. Ali\u00e1s, um facto recente na hist\u00f3ria da medicina. &#160; <br \/>\n            &#160; <br \/>\n            N\u00e3o obstante, j\u00e1 h\u00e1 cerca de 3000 anos que os chineses usavam a \u00c2\u00abcannabis\u00c2\u00bb, o \u00f3pio e o \u00c2\u00abpeyote\u00c2\u00bb, subst\u00e2ncias com propriedades terap\u00eauticas e euforizantes. &#160; <br \/>\n            &#160; <br \/>\n            D\u00e1-se uma dualidade: f\u00e1rmaco\/droga, que at\u00e9 s\u00f3 foi reconhecida pela primeira vez no s\u00e9culo XIX, precisamente com a morfina. &#160; <br \/>\n            A morfina foi muito usada pelos m\u00e9dicos de ent\u00e3o, que notaram, entretanto, que os doentes a quem administravam esse f\u00e1rmaco criavam habitua\u00e7\u00e3o, exigindo-o. Procuraram depois resolver essa depend\u00eancia dos doentes perante a morfina com uma outra subst\u00e2ncia que, garantia a ci\u00eancia m\u00e9dica na altura, erradamente, substituiria a apet\u00eancia dos doentes pela morfina sem criar a indesejada depend\u00eancia: a hero\u00edna. &#160; <br \/>\n            &#160; <br \/>\n            Com as suas variantes, novas drogas surgem. S\u00f3 que, hoje, sabe-se as dram\u00e1ticas consequ\u00eancias que adv\u00eam em termos de sa\u00edde f\u00edsica e mental. &#160; <\/font><\/div>\n<div><font color=#000080><b>Afinal o que \u00e9? <\/b>&#160; <\/font><\/div>\n<div><font color=#000080>Droga \u00e9 toda a subst\u00e2ncia natural ou sint\u00e9tica suscept\u00edvel de provocar sensa\u00e7\u00f5es e altera\u00e7\u00f5es de comportamento, depend\u00eancia e efeitos perniciosos secund\u00e1rios. Associa-se a este conceito uma caracter\u00edstica importante: a toler\u00e2ncia &#8211; a mesma dose tomada sucessivamente deixa aparentemente de produzir as sensa\u00e7\u00f5es das primeiras vezes, e o adicto come\u00e7a a escalar, a consumir quantidades crescentes. &#160; <br \/>\n            &#160; <br \/>\n            Como se v\u00ea, o tabaco e o \u00e1lcool tamb\u00e9m s\u00e3o drogas. &#160; <br \/>\n            Para a medicina, a toxicodepend\u00eancia surge como uma nova sintomatologia dentro da sa\u00edde mental, ali\u00e1s muito dif\u00edcil, porque a motiva\u00e7\u00e3o do doente para a sua cura \u00e9 muito fraca e \u00e9 sempre muito dif\u00edcil tratar o desejo, aquilo que d\u00e1 um prazer imediato. &#160; <br \/>\n            &#160; <br \/>\n            Por exemplo, um doente canceroso far\u00e1 tudo o que o m\u00e9dico lhe aconselhar. O toxicodependente nem por isso. A toxicodepend\u00eancia aparece como uma doen\u00e7a cr\u00f3nica, com reca\u00eddas e inenarr\u00e1veis lutas \u00edntimas. &#160; <\/font><\/div>\n<div><font color=#000080><b>Porqu\u00ea? <\/b>&#160; <\/font><\/div>\n<div><font color=#000080>Os motivos que induzem algu\u00e9m a drogar-se geralmente s\u00e3o de ordem pessoal e social. Cabem aqui os diversos problemas familiares que n\u00e3o sejam harmonizados, bem como as dificuldades de integra\u00e7\u00e3o num grupo por parte de adolescentes, sobretudo quando pretendem ser aceites pelos restantes que j\u00e1 se drogam. O novo elemento, ao querer ser aceite, tudo faz para se identificar com o grupo. E tantos outros&#8230; &#160; <br \/>\n            &#160; <br \/>\n            O facto, por\u00e9m, \u00e9 que diante de situa\u00e7\u00f5es graves nem todos optam por se iludir com o prazer breve e custoso das drogas. Isso porque n\u00e3o s\u00e3o as situa\u00e7\u00f5es que nos fazem cair na toxicodepend\u00eancia, mas sim a resposta que damos a essas situa\u00e7\u00f5es. &#160; <br \/>\n            &#160; <br \/>\n            Em quadros existenciais semelhantes o Quim responde de modo diferente do Chico e do Manuel e da Maria ou da Felismina. \u00c9 que eles t\u00eam padr\u00f5es de interpreta\u00e7\u00e3o da realidade diferentes entre si, e por isso cada um responde na medida do seu amadurecimento. Uns fogem, outros resolvem. &#160; <br \/>\n            &#160; <br \/>\n            A justifica\u00e7\u00e3o que possamos atribuir\u00e0 nossa presen\u00e7a neste planeta azul \u00e9 vital neste percurso. A ignor\u00e2ncia associada ao desejo de estar bem pode resultar nas drogas. Nada mais evidente. &#160; <\/font><\/div>\n<div><font color=#000080><b>Tr\u00eas n\u00edveis!!! <\/b>&#160; <\/font><\/div>\n<div><font color=#000080>Tudo se enquadra na natureza dentro de uma rela\u00e7\u00e3o de causa e efeito. Segundo o espiritismo, a vida prossegue ap\u00f3s a morte numa rela\u00e7\u00e3o de continuidade. Toxicodependente aqui, toxicodependente no Al\u00e9m, dependendo tamb\u00e9m da sua vontade e empenhamento o instante de se come\u00e7ar a tratar. &#160; <br \/>\n            &#160; <br \/>\n            Contudo, \u00e9 evidente que n\u00e3o temos esp\u00edrito. Somos esp\u00edrito e temos corpo f\u00edsico e corpo espiritual (perisp\u00edrito). &#160; <br \/>\n            &#160; <br \/>\n            <img height=154 hspace=2 width=200 align=left vspace=2 alt= src=http:\/\/www.ajornada.org\/materias\/drogas\/medicos.jpg \/>A droga espalha-se assim em tr\u00eas n\u00edveis: o primeiro \u00e9 o org\u00e2nico-corporal; o segundo \u00e9 o org\u00e2nico-perispiritual; o terceiro \u00e9 o espiritual propriamente dito. &#160; <br \/>\n            &#160; <br \/>\n            O corporal toca tudo o que diz respeito ao corpo f\u00edsico. O nosso corpo habitua-se\u00e0 qu\u00edmica da droga e cobra quantidades crescentes. Resulta a depend\u00eancia org\u00e2nica do doente. &#160; <br \/>\n            &#160; <br \/>\n            O perispiritual envolve o organismo espiritual que possuimos: a matriz do corpo f\u00edsico que \u00e9 detectado pelos cinco sentidos. Constitu\u00eddo de uma \u00c2\u00abmat\u00e9ria espiritual\u00c2\u00bb, em condi\u00e7\u00f5es vulgares impercept\u00edvel para n\u00f3s, \u00e9 muito plasticiz\u00e1vel pelo estado mental por que optamos. Nele, a droga provoca desequil\u00edbrios, eventualmente poss\u00edveis de se estenderem\u00e0 erraticidade, ao plano espiritual, e mesmo a diversas reencarna\u00e7\u00f5es. &#160; <br \/>\n            &#160; <br \/>\n            Quanto ao espiritual propriamente dito, h\u00e1 que reter: n\u00e3o temos esp\u00edrito, pois o esp\u00edrito somos n\u00f3s pr\u00f3prios. Se nos fragilizamos ao ponto de fugir da realidade (incompreendida) sistematicamente, ap\u00f3s a morte do corpo f\u00edsico n\u00e3o teremos como satisfazer a apet\u00eancia e cristalizamos durante um tempo as impress\u00f5es ilus\u00f3rias resultantes do consumo da droga. &#160; <br \/>\n            &#160; <br \/>\n            Se \u00e9 certo que ap\u00f3s a morte corporal as exig\u00eancias bioqu\u00edmicas do corpo f\u00edsico se extinguem, o mesmo n\u00e3o acontece com a cobran\u00e7a do corpo espiritual e com a depend\u00eancia psicol\u00f3gica, que continuam. &#160; <br \/>\n            &#160; <br \/>\n            E, depois, como resolver esse desejo de consumir, tendo em conta que o perisp\u00edrito n\u00e3o manipula objectos materiais? Como resolve o problema de querer injectar-se quem j\u00e1 est\u00e1 no plano espiritual e mant\u00e9m a vontade (\u00c2\u00abnecessidade\u00c2\u00bb aparente) de o fazer? As m\u00e3os do seu corpo espiritual n\u00e3o ret\u00eam a mat\u00e9ria. Assim, h\u00e1 uma procura telep\u00e1tica dos encarnados (dos \u00c2\u00abvivos\u00c2\u00bb) que t\u00eam esse h\u00e1bito. Encontrando um com que se afinize, o desencarnado (o \u00c2\u00abmorto\u00c2\u00bb) toxicodependente pode intensificar-lhe mesmo inconscientemente a vontade de consumir, o que ocorre, e d\u00e1-se um empr\u00e9stimo de sensa\u00e7\u00f5es. S\u00e3o v\u00edtima e algoz em pap\u00e9is permut\u00e1veis. &#160; <br \/>\n            &#160; <br \/>\n            Mas nem sempre \u00e9 assim. Antes podem ocorrer determinadas aliena\u00e7\u00f5es. &#160; <\/font><\/div>\n<div><font color=#000080><b>Uma vez <\/b>&#160; <\/font><\/div>\n<div><font color=#000080>Um centro esp\u00edrita id\u00f3neo costuma ter na sua actividade semanal pelo menos uma reuni\u00e3o medi\u00ednica privada. Certa vez, numa delas, a m\u00e9dium que atend\u00edamos ficou envolvida por um esp\u00edrito desencarnado. Como \u00e9 norma, deix\u00e1mos que a entidade se manifestasse para avaliar que tipo psicol\u00f3gico ali se encontrava. &#160; <br \/>\n            Curiosamente, come\u00e7ou a dizer, muito extrovertido, que n\u00e3o sabia como \u00e9 que tinha chegado ali, mas j\u00e1 que ali estava, queria isto e aquilo, referindo-se ao sexo feminino da pior maneira. Tinha sido homem. Come\u00e7\u00e1mos a conversar com&#160; ele, tentando lev\u00e1-lo a outros assuntos. Ele falava como se s\u00f3 se ouvisse a si pr\u00f3prio. Fez uma primeira refer\u00eancia ao seu h\u00e1bito de se drogar, que n\u00e3o foi novidade pela forma como falava e gesticulava atrav\u00e9s da m\u00e9dium. Como o esp\u00edrito insistia em agredir verbalmente as mulheres, pergunt\u00e1mos-lhe se ele tamb\u00e9m pensava o mesmo da pr\u00f3pria m\u00e3e. A resposta foi amea\u00e7ar um soco, que n\u00e3o lhe foi poss\u00edvel concretizar, pelo facto de a m\u00e9dium ter educado a sua mediunidade, coadjuvada pela ac\u00e7\u00e3o dos benfeitores desencarnados presentes, que ele ainda n\u00e3o via. &#160; <br \/>\n            &#160; <br \/>\n            Quando a m\u00e3e foi referida, houve uma quebra na sua rotina mental. Dissemos-lhe aquilo que ele ainda n\u00e3o tinha reparado: j\u00e1 n\u00e3o vivia a vida terrena, estava sim na vida espiritual preocupado com o que n\u00e3o lhe interessava. N\u00e3o acreditou nem que estivesse a falar por uma m\u00e9dium (mulher), o que n\u00e3o foi dif\u00edcil desenganar depois. &#160; <br \/>\n            &#160; <br \/>\n            Pouco a pouco, mas com uma lentid\u00e3o invulgar, come\u00e7ou a ajustar as suas percep\u00e7\u00f5es, atrav\u00e9s de melhores pensamentos, o que lhe permitiu ver quem ali o tinha conduzido &#8211; uma entidade esclarecida&#160; para ser ajudado, sem que se tivesse apercebido disso. Nessa altura, disse algo que lembramos at\u00e9 hoje, muito engra\u00e7ado: \u00c2\u00abAh! Agora \u00e9 que percebo: sabes que eu achava estranho, at\u00e9 julgava que era da \u00c2\u00abpassa\u00c2\u00bb (droga)! Quando me dirigia para uma porta, ia com a m\u00e3o\u00e0 ma\u00e7aneta dela para a abrir e de repente j\u00e1 estava do outro lado! Agora \u00e9 que eu percebo&#160; j\u00e1 tinha morrido!\u00c2\u00bb. &#160; <\/font><\/div>\n<div><font color=#000080><b>Evid\u00eancias <\/b>&#160; <\/font><\/div>\n<div><font color=#000080>Gra\u00e7as a investiga\u00e7\u00f5es diversas, h\u00e1 muito que se sabe que a vida continua ap\u00f3s a morte. Isso n\u00e3o por mera cren\u00e7a ou suposi\u00e7\u00e3o, mas porque lidamos com esses factos nas actividades a que nos dedicamos, nos per\u00edodos p\u00f3s-laborais, no centro esp\u00edrita com um \u00ednico sal\u00e1rio: o de mais ajudar e compreender. &#160; <br \/>\n            &#160; <br \/>\n            A partir da\u00ed, a ac\u00edstica da toxicodepend\u00eancia amplia-se sobremaneira! &#160; <br \/>\n            &#160; <br \/>\n            Desequil\u00edbrio de c\u00e1 continua l\u00e1, at\u00e9 ser resolvido. Assim como aqui. Se levarmos os problemas resolvidos daqui, qual \u00e9 a desvantagem?! Nenhuma. &#160; <br \/>\n            &#160; <br \/>\n            Gra\u00e7as a estes factos, o n\u00edvel de entendimento ascende: se para o engano do materialista desencarnar com uma overdose \u00e9 o m\u00e1ximo, n\u00f3s outros sabemos que na vida espiritual o assunto n\u00e3o \u00e9 simplista como pode parecer. &#160; <br \/>\n            &#160; <br \/>\n            Ali\u00e1s, at\u00e9 \u00e9 bem complicado! Cuidado com a ressaca e as sequelas correspondentes. &#160; <br \/>\n            &#160; <br \/>\n            \u00c9 duro. Porque a natureza n\u00e3o ado\u00e7a a realidade perante as nossas fantasias, quaisquer que sejam. &#160; <br \/>\n            &#160; <br \/>\n            Toda a inicia\u00e7\u00e3o na droga pode ser a entrada num complicado labirinto. E como toda a caminhada se faz ap\u00f3s o primeiro passo, h\u00e1 que pensar muito bem no pre\u00e7o exorbitante que a vida imperec\u00edvel de cada um realmente vai pagar para retomar a autonomia e a independ\u00eancia com que cheg\u00e1mos\u00e0 vida f\u00edsica com o fito de ampliar as capacidades de mais saber e mais amar. &#160; <br \/>\n            &#160; <br \/>\n            N\u00e3o vale fugir da realidade com facturas t\u00e3o caras. Prevenir \u00e9 sempre melhor do que remediar.&#160; <\/font><\/div>\n<div><strong><font color=#000080><font size=2>Texto: Jorge<\/font><big><big> &#160; <br \/>\n            <\/big><\/big><\/font><font color=#000080 size=2>&#160;\u00c2\u00abRevista de Espiritismo\u00c2\u00bb nr. 36, Julho-Agosto-Setembro 1997<\/font><\/strong><\/div>\n<div><strong><font color=#000080 size=2>Nota: Este texto nos foi gentilmente cedido pelo site da ADEP &#8211; Associa\u00e7\u00e3o de Divulgadores de Espiritismo de Portugal (<a href=http:\/\/www.terravista.pt\/bilene\/3095>http:\/\/www.terravista.pt\/bilene\/3095<\/a>\/)<\/font><\/strong><\/div>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<div>&#160;<\/div>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n<p id=\"pvc_stats_9550\" class=\"pvc_stats all  \" data-element-id=\"9550\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg aria-hidden=\"true\" focusable=\"false\" data-prefix=\"far\" data-icon=\"chart-bar\" role=\"img\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 512 512\" class=\"svg-inline--fa fa-chart-bar fa-w-16 fa-2x\"><path fill=\"currentColor\" d=\"M396.8 352h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V108.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v230.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm-192 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V140.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v198.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm96 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V204.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v134.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zM496 400H48V80c0-8.84-7.16-16-16-16H16C7.16 64 0 71.16 0 80v336c0 17.67 14.33 32 32 32h464c8.84 0 16-7.16 16-16v-16c0-8.84-7.16-16-16-16zm-387.2-48h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8v-70.4c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v70.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8z\" class=\"\"><\/path><\/svg><\/i> <img decoding=\"async\" width=\"16\" height=\"16\" alt=\"Loading\" data-src=\"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/wp-content\/plugins\/page-views-count\/ajax-loader-2x.gif\" border=0 src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" style=\"--smush-placeholder-width: 16px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 16\/16;\" \/><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#160; O psiquiatra dizia naquela entrevista, no Centro de Profilaxia da Droga, para um programa de r\u00e1dio que faz\u00edamos na inesquec\u00edvel \u00e9poca das chamadas r\u00e1dios-piratas: \u00c2\u00abSabe, \u00e9 muito dif\u00edcil tratar esta doen\u00e7a. Enquanto o canceroso aceita o tratamento, o toxicodependente n\u00e3o. Porque a droga d\u00e1-lhe um prazer imediato\u00c2\u00bb, e ele n\u00e3o quer naquele momento saber&hellip; <br \/> <a class=\"read-more\" href=\"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/artigo9550\/\">Leia mais<\/a><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n<p id=\"pvc_stats_9550\" class=\"pvc_stats all  \" data-element-id=\"9550\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg aria-hidden=\"true\" focusable=\"false\" data-prefix=\"far\" data-icon=\"chart-bar\" role=\"img\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 512 512\" class=\"svg-inline--fa fa-chart-bar fa-w-16 fa-2x\"><path fill=\"currentColor\" d=\"M396.8 352h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V108.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v230.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm-192 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V140.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v198.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm96 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V204.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v134.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zM496 400H48V80c0-8.84-7.16-16-16-16H16C7.16 64 0 71.16 0 80v336c0 17.67 14.33 32 32 32h464c8.84 0 16-7.16 16-16v-16c0-8.84-7.16-16-16-16zm-387.2-48h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8v-70.4c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v70.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8z\" class=\"\"><\/path><\/svg><\/i> <img decoding=\"async\" width=\"16\" height=\"16\" alt=\"Loading\" data-src=\"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/wp-content\/plugins\/page-views-count\/ajax-loader-2x.gif\" border=0 src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" style=\"--smush-placeholder-width: 16px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 16\/16;\" \/><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"Closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[16],"tags":[],"class_list":["post-9550","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-mensagens-diversas"],"a3_pvc":{"activated":true,"total_views":1285,"today_views":0},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9550","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9550"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9550\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9550"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=9550"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=9550"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}