{"id":9669,"date":"2009-02-25T00:00:00","date_gmt":"2009-02-25T00:00:00","guid":{"rendered":""},"modified":"2009-02-25T00:00:00","modified_gmt":"2009-02-25T00:00:00","slug":"artigo9669","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/artigo9669\/","title":{"rendered":"O Cisco e a Trave"},"content":{"rendered":"<div align=center>&#160;<\/div>\n<div align=center>&#160;<\/div>\n<div align=center>\n<tt><b>Por que vedes um argueiro no olho do vosso irm\u00e3o, v\u00f3s que n\u00e3o vedes uma trave no vosso olho? Ou como dizeis ao vosso irm\u00e3o: Deixe-me tirar um argueiro do vosso olho, v\u00f3s que tendes uma trave no vosso? Hip\u00f3critas, tirai primeiramente a trave do vosso olho, e ent\u00e3o vereis como podereis tirar o argueiro do olho do vosso irm\u00e3o. (ESE - Cap. X, Item 9)<\/b><\/tt><b><\/p>\n<p><tt><span>Os indiv\u00edduos em plenitude n\u00e3o negam suas emo\u00e7\u00f5es; permitem que elas venham\u00e0 tona, e, como elas est\u00e3o sob seu controle, reconhecem o que est\u00e3o lhes mostrando sobre seus sentimentos, suas inclina\u00e7\u00f5es e suas rela\u00e7\u00f5es com as pessoas.<\/span><\/tt><\/p>\n<p><tt>As emo\u00e7\u00f5es devem ser integradas, ou seja, primeiramente, devemos nos permitir senti-las; logo ap\u00f3s, devemos julg\u00e1-las e pensar sobre nossas necessidades ou desejos; e, a partir disso agir com nosso livre-arb\u00edtrio, executando ou n\u00e3o, conforme nossa vontade achar conveniente.<\/tt><\/p>\n<p><tt>O mecanismo de nos consentir, de raciocinar e de integrar emo\u00e7\u00f5es<\/tt><br \/>\n<tt>determinar\u00e1 nossos \u00eaxitos ou nossas derrotas nas estradas de nossa exist\u00eancia.<\/tt><\/p>\n<p><tt>Emo\u00e7\u00f5es s\u00e3o muito importantes. Atrav\u00e9s delas \u00e9 que nos individualizamos e nos diferenciamos uns dos outros. Ningu\u00e9m sente, pois, exatamente igual, isto \u00e9, com a mesma potencia e intensidade, seja no entusiasmo em uma situa\u00e7\u00e3o prazerosa, seja na frustra\u00e7\u00e3o ao observar uma meta perdida. Podemos penar igual aos outros, mas para um mesmo pensamento criaturas diversas t\u00eam m\u00edltiplas rea\u00e7\u00f5es emocionais.<\/tt><\/p>\n<p><tt>Assim considerando, emo\u00e7\u00f5es n\u00e3o s\u00e3o certas ou erradas, boas ou impr\u00f3prias, mas apenas energias que dependem do direcionamento que dermos a elas. Reconhec\u00ea-las ou admiti-las n\u00e3o significa, de modo algum, que vamos sempre agir de acordo com elas.<\/tt><\/p>\n<p><tt>Quando negadas ou reprimidas, n\u00e3o desaparecem como por encanto; ao contr\u00e1rio, sendo energias, elas se alojar\u00e3o em determinados \u00f3rg\u00e3os e congestionar\u00e3o as entranhas mais \u00edntimas da estrutura psicossom\u00e1tica dos indiv\u00edduos.<\/tt><\/p>\n<p><tt>Ao abafarmos as emo\u00e7\u00f5es, podemos gerar uma grande variedade de doen\u00e7as<\/tt><br \/>\n<tt>auto destrutivas. Abaf\u00e1-las pode tamb\u00e9m nos levar a rea\u00e7\u00f5es muito exacerbadas ou\u00e0 completa aus\u00eancia de rea\u00e7\u00f5es, a apatia. <\/tt><br \/>\n<tt>Portanto, quando tomamos amplo contato com nosso lado emocional, come\u00e7amos a reconhecer vest\u00edgios a respeito de n\u00f3s mesmos, que nos proporcionar\u00e3o auto descoberta, auto preserva\u00e7\u00e3o, seguran\u00e7a \u00edntima e crescimento pessoal.<\/tt><\/p>\n<p><tt>Ora, se o Poder Divino, atrav\u00e9s de sua cria\u00e7\u00e3o, pelo pr\u00f3prio mecanismo da<\/tt><br \/>\n<tt>Natureza, delegou as emo\u00e7\u00f5es, n\u00e3o poderemos simplesmente neg\u00e1-las, como se n\u00e3o servissem para nada. Tristeza, alegria, raiva ou medo s\u00e3o emo\u00e7\u00f5es b\u00e1sicas e deveremos us\u00e1-las como b\u00edssolas que nos nortear\u00e3o os caminhos da vida.<\/tt><\/p>\n<p><tt>Elas est\u00e3o conectadas a nosso sistema de pensamento cognitivo - atividades<\/tt><br \/>\n<tt>psicol\u00f3gicas superiores, tais como: a percep\u00e7\u00e3o, a intui\u00e7\u00e3o, a mem\u00f3ria, a<\/tt><br \/>\n<tt>linguagem, a aten\u00e7\u00e3o e os demais processos intelectuais e espirituais.<\/tt><\/p>\n<p><tt>Ao ignorarmos nossas rea\u00e7\u00f5es emocionais, n\u00e3o investigando sua origem em n\u00f3s mesmos, teremos sempre a tend\u00eancia de projet\u00e1-las nos outros. Al\u00e9m do que, seremos seres psicologicamente claudicantes, por n\u00e3o integrarmos nossas emo\u00e7\u00f5es aos nossos cinco sentidos, que nos facilitam a an\u00e1lise das pessoas e de n\u00f3s mesmos.<\/tt><\/p>\n<p><tt>A tend\u00eancia que certos indiv\u00edduos t\u00eam de atribuir falhas e erros a outras<\/tt><br \/>\n<tt>pessoas ou coisas, n\u00e3o enxergando e n\u00e3o admitindo como sendo suas, denomina-se proje\u00e7\u00e3o.<\/tt><\/p>\n<p><tt>\u00c3\u20acs vezes, tentamos fazer nossas emo\u00e7\u00f5es desaparecer, porque as tememos.<\/tt><br \/>\n<tt>Reconhecer o que realmente sentimos exigiria a\u00e7\u00e3o, mudan\u00e7a e decis\u00e3o de nossa parte, e muitas vezes ser\u00edamos colocados face a face com verdades inadmiss\u00edveis e inconceb\u00edveis por n\u00f3s mesmos; e assim, tentamos projet\u00e1-las como sendo emo\u00e7\u00f5es n\u00e3o nossas, mas dos outros.<\/tt><\/p>\n<p><tt>N\u00e3o sinta isso, \u00e9 feio - essa \u00e9 uma das muitas velhas mensagens que ecoam em nossa mente desde a mais tenra inf\u00e2ncia; com o passar do tempo, julgamos n\u00e3o mais senti-las, porque as escondemos da recrimina\u00e7\u00e3o dos adultos.<\/tt><\/p>\n<p><tt>Em raz\u00e3o disso, certos indiv\u00edduos condenam com veem\u00eancia os ciscos nos outros, pois v\u00eaem em tudo lux\u00edria e pervers\u00e3o, desonestidade ou ambi\u00e7\u00e3o. \u00c9 poss\u00edvel que esses mesmos indiv\u00edduos estejam reprimindo o reconhecimento de que eles pr\u00f3prios trazem consigo emo\u00e7\u00f5es sexuais e perversidades mal resolvidas, ou, em outros casos, emo\u00e7\u00f5es desmedidas de fama e de dinheiro projetadas sobre todos os que s\u00e3o por eles denominados ambiciosos e desonestos.<\/tt><\/p>\n<p><tt>Na indaga\u00e7\u00e3o ou como dizeis ao vosso irm\u00e3o: deixai-me tirar um argueiro do<\/tt><br \/>\n<tt>vosso olho, v\u00f3s que tendes uma trave no vosso?, Jesus reconhecia a<\/tt><br \/>\n<tt>universalidade desse processo psicol\u00f3gico, a proje\u00e7\u00e3o, e, como sempre,<\/tt><br \/>\n<tt>asseverava a necessidade da busca de si mesmo, para n\u00e3o transferirmos nossos tra\u00e7os de personalidade desconhecidos\u00e0s coisas,\u00e0s situa\u00e7\u00f5es e aos outros.<\/tt><\/p>\n<p><tt>O Mestre nos inspirava ao mergulho em nossa pr\u00f3pria intimidade, a fim de que<\/tt><br \/>\n<tt>pud\u00e9ssemos enxergar o lado obscuro de nossa personalidade. Ao tomarmos esse contato imprescind\u00edvel com nossas sombras, a consci\u00eancia se torna mais l\u00edcida, cr\u00edtica e respons\u00e1vel, descortinando amplos e novos horizontes para o seu desenvolvimento e plenitude espiritual.<\/tt><\/b><\/div>\n<div align=center>&#160;<\/div>\n<div align=center><tt>&#160;<\/tt><\/div>\n<div align=center><strong>Hammed &#8211; Renovando Atitudes. <\/strong><\/div>\n<div align=center><strong>M\u00e9dium Francisco do esp\u00edrito santo neto<\/strong><\/div>\n<div>&#160;<\/div>\n<div>&#160;<\/div>\n<div align=center>&#160;<\/div>\n<div align=center><strong> O Espiritismo \u00e9 toda uma Ci\u00eancia, toda uma Filosofia. Quem desejar conhece-lo seriamente deve pois, como primeira condi\u00e7\u00e3o, submeter-se a um estudo s\u00e9rio e persuadir-se de que, mais do que qualquer outra ci\u00eancia, n\u00e3o se pode aprend\u00ea-lo brincando. \u009d  \u201c Allan Kardec<\/strong><\/div>\n<div align=center>&#160;<\/div>\n<div align=center><tt><a href=http:\/\/www.luzdoespiritismo.blogger.com.br\/><strong><span>www.luzdoespiritismo.blogger.com.br<\/span><\/strong><\/a><\/tt><b><br \/>\n<strong><span>Grupo de Estudos Allan Kardec<\/span><\/strong><\/b><\/div>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n<p id=\"pvc_stats_9669\" class=\"pvc_stats all  \" data-element-id=\"9669\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg aria-hidden=\"true\" focusable=\"false\" data-prefix=\"far\" data-icon=\"chart-bar\" role=\"img\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 512 512\" class=\"svg-inline--fa fa-chart-bar fa-w-16 fa-2x\"><path fill=\"currentColor\" d=\"M396.8 352h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V108.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v230.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm-192 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V140.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v198.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm96 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V204.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v134.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zM496 400H48V80c0-8.84-7.16-16-16-16H16C7.16 64 0 71.16 0 80v336c0 17.67 14.33 32 32 32h464c8.84 0 16-7.16 16-16v-16c0-8.84-7.16-16-16-16zm-387.2-48h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8v-70.4c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v70.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8z\" class=\"\"><\/path><\/svg><\/i> <img decoding=\"async\" width=\"16\" height=\"16\" alt=\"Loading\" data-src=\"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/wp-content\/plugins\/page-views-count\/ajax-loader-2x.gif\" border=0 src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" style=\"--smush-placeholder-width: 16px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 16\/16;\" \/><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#160; &#160; Por que vedes um argueiro no olho do vosso irm\u00e3o, v\u00f3s que n\u00e3o vedes uma trave no vosso olho? 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