{"id":9681,"date":"2009-03-17T00:00:00","date_gmt":"2009-03-17T00:00:00","guid":{"rendered":""},"modified":"2009-03-17T00:00:00","modified_gmt":"2009-03-17T00:00:00","slug":"artigo9681","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/artigo9681\/","title":{"rendered":"Inveja &#8211; Parte 2"},"content":{"rendered":"<div align=center>&#160;<\/div>\n<div align=center>&#160;<\/div>\n<div align=center>&#160;<\/div>\n<div align=center>&#160;<\/div>\n<div align=center>&#160;<\/div>\n<div><strong><i>N\u00e3o h\u00e1 nada a nos censurar por apreciarmos os feitos das pessoas e\/ou por a eles aspirarmos; o \u00ednico problema \u00e9 que n\u00e3o podemos nos comparar e querer tomar como modelo o padr\u00e3o vivencial do outro.<\/i><\/strong><\/div>\n<div align=center>&#160;<\/div>\n<div align=center>&#160;<\/div>\n<div>&#160;<\/div>\n<div><strong>Se tivermos o h\u00e1bito de investigar nossos comportamentos autodestrutivos e fizermos uma an\u00e1lise desses antecedentes hist\u00f3ricos em nossa vida, poderemos, cada vez mais, compreender o porqu\u00ea de permanecermos presos em certas \u00e1reas prejudiciais\u00e0 nossa alegria de viver.<\/strong><\/div>\n<div><strong>Esses comportamentos infelizes a que nos referimos n\u00e3o s\u00e3o apenas as atitudes evidentemente desastrosas, mas os diminutos atos cotidianos que podem passar como aceit\u00e1veis e completamente admiss\u00edveis. Entretanto, tais atos s\u00e3o os grandes perturbadores de nossa paz interior.<\/strong><\/div>\n<div><strong>Muitos indiv\u00edduos n\u00e3o se preocupam em estudar as ra\u00edzes de seus comportamentos rotineiros, porque acreditam que, para despender um enorme sacrif\u00edcio. Sendo assim, preferem permanecer apegados aos antigos costumes, utilizando-se dos preconceitos e de cren\u00e7as distorcidas, sem se darem conta de que estes s\u00e3o as matrizes de seus pontos vulner\u00e1veis.<\/strong><\/div>\n<div><strong>Para afastar todo e qualquer anseio de transforma\u00e7\u00e3o interior, utilizam-se de um processo psicol\u00f3gico denominado  racionaliza\u00e7\u00e3o \u009d  \u201c artif\u00edcio criado para desviar a aten\u00e7\u00e3o dos  verdadeiros motivos \u009d das atitudes e a\u00e7\u00f5es  \u201c para se verem livres das  crises de consci\u00eancia \u009d, procurando assim justificar os fatos inadequados de suas vidas.<\/strong><\/div>\n<div><strong>Somente alteraremos nossos atros e atitudes doentias quando tomarmos plena consci\u00eancia de que s\u00e3o eles as ra\u00edzes de nossas perturba\u00e7\u00f5es emocionais e dos in\u00edteis desgastes energ\u00e9ticos. \u00c9 examinando nosso dia-a-dia\u00e0 luz das escolhas que fizemos ou que deixamos de fazer \u00e9 que veremos com clareza que somos, na atualidade, a  soma integral \u009d de nossas op\u00e7\u00f5es diante da vida.<\/strong><\/div>\n<div><strong>Os indiv\u00edduos que possuem o h\u00e1bito da critica destrutiva est\u00e3o, em verdade, dissimulando outras emo\u00e7\u00f5es, talvez a inveja ou mesmo o despeito. Existem posturas efetuadas t\u00e3o costumeiramente e que se tornam t\u00e3o impercept\u00edveis que poder\u00edamos denomin\u00e1-las  atitudes cr\u00f4nicas \u009d.<\/strong><\/div>\n<div><strong>A inveja \u00e9 definida como sendo o desejo de possuir e de ser o que os outros s\u00e3o, podendo tornar-se uma atitude cr\u00f4nica na vida de uma criatura. \u00c9 uma forma de cobi\u00e7a, um desgosto em face da constata\u00e7\u00e3o da felicidade e superioridade de outrem.<\/strong><\/div>\n<div><strong>Observar a criatura sendo, tendo, criando e realizando provoca uma esp\u00e9cie de dor no invejoso, por ele n\u00e3o ser, n\u00e3o ter, n\u00e3o criar e n\u00e3o realizar. A inveja leva, por consequ\u00eancia,\u00e0 maledic\u00eancia, que tem por base ressaltar os equ\u00edvocos e difamar; assim \u00e9 a estrat\u00e9gia do depreciador:  Se eu n\u00e3o posso subir, tento rebaixar os outros; assim, compenso meu complexo de inferioridade \u009d.<\/strong><\/div>\n<div><strong>A inveja nasce quase sempre por nos compararmos constantemente com os outros. Nessa compara\u00e7\u00e3o, o homem desconhece o fato de sua singularidade, possuidor de express\u00f5es \u00edntimas completamente diferente das dos outros seres. \u00c9 verdade, por\u00e9m, que possu\u00edmos algumas semelhan\u00e7as e caracter\u00edsticas comuns com outros homens, mas, em ess\u00eancia, somos almas criadas em diferentes \u00e9pocas pelas m\u00e3os do Criador e, por isso, passamos por experi\u00eancias distintas e trazemos na pr\u00f3pria intimidade miss\u00f5es peculiares.<\/strong><\/div>\n<div><strong>Anormalidade, normalidade, sobre naturalidade e paranormalidade s\u00e3o de fato cataloga\u00e7\u00f5es da incompreens\u00e3o humana alicer\u00e7adas sobre as chamadas compara\u00e7\u00f5es.<\/strong><\/div>\n<div><strong>A aus\u00eancia do amadurecimento espiritual faz com que rotulemos, de forma humilhante e pretensiosa, os credos religiosos, a heterogeneidade das ra\u00e7as, os costumes de determinados povos, as tend\u00eancias sexuais diferentes, os movimentos sociais inovadores, as decis\u00f5es, o comportamento, o sucesso dos outras e muitas coisas ainda. Tudo isso ocorre porque n\u00e3o conseguimos digerir com pondera\u00e7\u00e3o a grandeza do processo evolutivo agindo de forma diversificada sob as leis da Natureza.<\/strong><\/div>\n<div><strong>O aut\u00eantico impulso natural quer que sejamos simplesmente n\u00f3s mesmos. N\u00e3o faz parte dos impulsos inatos da alma humana a pretens\u00e3o de nos considerarmos melhor que as outras pessoas. O que devemos fazer \u00e9 admirar-nos como somos, \u00e9 respeitar nossas diferen\u00e7as e reconhecer nossos valores.<\/strong><\/div>\n<div><strong>O extraordin\u00e1rio educador Rivail questiona os Mensageiros do amor: <i> Os Esp\u00edritos inferiores compreendem a felicidade do justo? \u009d<\/i>. E eles respondem com not\u00e1vel orienta\u00e7\u00e3o: <i> &#8230; isso lhes \u00e9 supl\u00edcio, porque compreendem que est\u00e3o dela privados por sua culpa&#8230; \u009d<\/i><\/strong><\/div>\n<div><strong>A inveja \u00e9 o extremo oposto da admira\u00e7\u00e3o. \u00c9 uma ferramenta c\u00f4moda que usamos sempre que n\u00e3o queremos assumir a responsabilidade por nossa vida. Ela nos faz censurar e apontar as supostas falhas das pessoas, distraindo-nos a mente do necess\u00e1rio desenvolvimento de nossas potencialidades interiores. Em vez de nos esfor\u00e7armos para crescer e progredir, denegrimos os outros para compensar nossa indol\u00eancia e ociosidade.<\/strong><\/div>\n<div><strong>N\u00e3o h\u00e1 nada a nos censurar por apreciarmos os feitos das pessoas e\/ou por a eles aspirarmos; o \u00ednico problema \u00e9 que n\u00e3o podemos nos comparar e querer tomar como modelo o padr\u00e3o vivencial do outro.<\/strong><\/div>\n<div><strong>A inveja e a censura nascem da auto-rejei\u00e7\u00e3o que fazemos conosco, justamente por n\u00e3o acreditarmos em nossos potenciais evolutivos e por procurarmos fora de n\u00f3s as explica\u00e7\u00f5es de como deveremos sentir, pensar, falar , fazer e agir, ora dando uma import\u00e2ncia desmedida aos outros, ora tentando convenc\u00ea-los a todo custo de nossas verdades. <\/strong><\/div>\n<div>&#160;<\/div>\n<div>&#160;<\/div>\n<div>&#160;<\/div>\n<div>&#160;<\/div>\n<div><strong>Esp\u00edrito: HAMMED<\/strong><\/div>\n<div><strong>M\u00e9dium: Francisco do Esp\u00edrito Santo Neto  \u201c As dores da alma.<\/strong><\/div>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n<p id=\"pvc_stats_9681\" class=\"pvc_stats all  \" data-element-id=\"9681\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg aria-hidden=\"true\" focusable=\"false\" data-prefix=\"far\" data-icon=\"chart-bar\" role=\"img\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 512 512\" class=\"svg-inline--fa fa-chart-bar fa-w-16 fa-2x\"><path fill=\"currentColor\" d=\"M396.8 352h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V108.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v230.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm-192 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V140.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v198.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm96 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V204.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v134.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zM496 400H48V80c0-8.84-7.16-16-16-16H16C7.16 64 0 71.16 0 80v336c0 17.67 14.33 32 32 32h464c8.84 0 16-7.16 16-16v-16c0-8.84-7.16-16-16-16zm-387.2-48h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8v-70.4c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v70.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8z\" class=\"\"><\/path><\/svg><\/i> <img decoding=\"async\" width=\"16\" height=\"16\" alt=\"Loading\" data-src=\"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/wp-content\/plugins\/page-views-count\/ajax-loader-2x.gif\" border=0 src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" style=\"--smush-placeholder-width: 16px; 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