{"id":9926,"date":"2009-09-23T00:00:00","date_gmt":"2009-09-23T00:00:00","guid":{"rendered":""},"modified":"2009-09-23T00:00:00","modified_gmt":"2009-09-23T00:00:00","slug":"artigo9926","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/artigo9926\/","title":{"rendered":"Livro: Amor Imbat\u00edvel Amor:  Cap\u00edtulo 10-AFEI\u00c7\u00d5ES E CONFLITOS"},"content":{"rendered":"<p><\/p>\n<div align=left><em><br \/>Quando os conflitos interiores n\u00e3o se encontram solucionados e a imaturidade predomina no compor\u00c2\u00adtamento psicol\u00f3gico do ser, a sua afetividade \u00e9 inst\u00e1\u00c2\u00advel, perturbada, exigente, nunca se completando.<br \/>Ningu\u00e9m consegue viver sem afei\u00e7\u00e3o. E quando isso ocorre, expressa algum tipo de psicopatologia, porquanto o sentimento da afetividade \u00e9 o veio aur\u00edfero de enriquecimento da criatura psicol\u00f3gica. Sem esse sentido da vida, ocorre uma hipertrofia de valores emo\u00c2\u00adcionais e o indiv\u00edduo em desarmonia, degenera.<br \/>A afei\u00e7\u00e3o \u00e9 inata ao ser humano, como o instinto que alcan\u00e7a um patamar mais elevado no seu processo de desenvolvimento de valores inatos, podendo-se per\u00c2\u00adder, mesmo embrionariamente, nas express\u00f5es de di\u00c2\u00adversos animais, na sua maternidade, na defesa das cri\u00c2\u00adas, nas brincadeiras e jogos que se permitem. Momen\u00c2\u00adtos surgem, nos quais se tem id\u00e9ia de que pensam e se ajudam. Posteriormente, esse instinto cresce e adquire maior soma de sensibilidade, quando identifica pelo odor aquele que o cuida, nota-lhe a aus\u00eancia, sofre-a e,\u00e0s vezes deperece at\u00e9 a morte por inani\u00e7\u00e3o, negando-se ao alimento, em raz\u00e3o da morte daquele que o cui\u00c2\u00addava e a quem se ligava&#8230;<br \/>No ser humano, mais desenvolvido molecularmen\u00c2\u00adte, portador de um sistema nervoso mais avan\u00e7ado, surge como afetividade, a princ\u00edpio atormentada, inse\u00c2\u00adgura, exigente, depois calma, produtiva e compensa\u00c2\u00addora.<br \/>Porque permanece em conflitos consigo mesmo, o ser que transita na inquieta\u00e7\u00e3o n\u00e3o se permite afei\u00e7\u00e3o alguma, nem se doando, nem a aceitando de outrem, face\u00e0 inseguran\u00e7a em que se encontra, por desconfian\u00c2\u00ad\u00e7a de que a mesma se expresse como forma de senti\u00c2\u00admentos inconfess\u00e1veis, ou porque se lhe deseja explo\u00c2\u00adrar.<br \/>Vitimado por n\u00e3o confess\u00e1vel complexo de inferi\u00c2\u00adoridade, em que se compraz, n\u00e3o acredita merecer afei\u00c2\u00ad\u00e7\u00e3o, ampliando a \u00e1rea dos conflitos e abrindo espa\u00e7o para vincula\u00e7\u00e3o terr\u00edvel com parasitas espirituais, que se transformam em estados obsessivos de larga dura\u00c2\u00ad\u00e7\u00e3o.<br \/>Qualquer indiv\u00edduo merece afei\u00e7\u00e3o e deve esfor\u00c2\u00ad\u00e7ar-se por desenvolv\u00ea-la e experienci\u00e1-la. Trabalhando-se interiormente, reflexionando em torno dos direitos e valores que todos possuem ante a Vida, reformula pla\u00c2\u00adnos mentais e d\u00e1-se conta de que \u00e9 portador de um te\u00c2\u00adsouro de ternura ainda submersa no ego, que \u00e9 capaz de expandi-la e digno de a receber tamb\u00e9m. Quando isso n\u00e3o se lhe faz poss\u00edvel, o aux\u00edlio de um psic\u00f3logo ou de um psicanalista \u00e9 valioso, ou mesmo de um grupo social de ajuda, porque, de alguma forma, quase to\u00c2\u00addas as pessoas possuem conflitos semelhantes, que va\u00c2\u00adriam apenas na forma de expressar-se.<br \/>Muitos fatores perinatais e da inf\u00e2ncia predomi\u00c2\u00adnam na \u00e1rea dos conflitos e da desafei\u00e7\u00e3o. S\u00e3o registros que n\u00e3o foram digeridos, nem consciente ou inconsci\u00c2\u00adentemente, remanescendo como trauma de solid\u00e3o, de desamor, de rejei\u00e7\u00e3o, de decep\u00e7\u00e3o dos pais e do institu\u00c2\u00adto familiar ou meio social, ou mesmo heran\u00e7as gen\u00e9ti\u00c2\u00adcas, que agora se manifestam em isolacionismo, em cen\u00c2\u00adsuras doentias, em autoflagela\u00e7\u00f5es dolorosas, qu\u00e3o in\u00c2\u00adjustific\u00e1veis.<br \/>A afei\u00e7\u00e3o d\u00e1 sentido\u00e0 exist\u00eancia humana, facul\u00c2\u00adtando-lhe a luta otimista, o esfor\u00e7o continuado, o interesse permanente, a conquista de novos valores para progredir e enobrecer-se. N\u00e3o \u00e9 tanto a condi\u00e7\u00e3o moral que a estimula, sen\u00e3o o objetivo que se tem a seu res\u00c2\u00adpeito, que desenvolve o sentimento moral. Quando isso n\u00e3o ocorre, surgem o fanatismo de qualquer express\u00e3o, o mascaramento de natureza moral, em processos psi\u00c2\u00adcol\u00f3gicos de transfer\u00eancia, que aparecem como purita\u00c2\u00adnismo, exig\u00eancia descabida de valores \u00e9ticos e uma in\u00c2\u00adsuport\u00e1vel conduta de apar\u00eancia que est\u00e1 longe da rea\u00c2\u00adlidade interior.<br \/>Ela tem in\u00edcio em um sentido de carinho que se expande e enla\u00e7a os seres sencientes, aumentando at\u00e9 o encontro com a criatura humana, que igualmente necessita de afeto e pode retribu\u00ed-lo, em interc\u00e2mbio que dignifica e d\u00e1 significado\u00e0 exist\u00eancia.<br \/>Quando escasseia a afetividade, o que se deriva de conflitos anteriores, pode a criatura esfor\u00e7ar-se por bus\u00c2\u00adcar objetivos, sen\u00e3o no presente, pelo menos no futuro.<br \/>Fixando alguma coisa ou pessoa que desperte in\u00c2\u00adteresse ou alguma forma de simpatia, que se transfor\u00c2\u00admar\u00e1 em afei\u00e7\u00e3o com o decorrer do tempo, liberando-\u00c2\u00adse da algidez emocional, passa a fixar-se nos aconteci\u00c2\u00admentos do passado e procura deles desvencilhar-se, assinalado, no entanto, pelo trauma que o esmaga, lu\u00c2\u00adtar\u00e1, agora que possui motiva\u00e7\u00e3o para continuar a vi\u00c2\u00adver, com insistente tenacidade, a fim de libertar-se de tudo que lhe \u00e9 perturbador.<br \/>A logoterapia, proposta por Viktor Frankl, convo\u00c2\u00adca o ser para projetar-se no futuro, nas possibilidades ainda n\u00e3o exploradas, que s\u00e3o um manancial inesgot\u00e1\u00c2\u00advel de recursos que aguardam oportunidade para ma\u00c2\u00adnifestar-se.<br \/>  \u201d Que meta poderia algu\u00e9m acalentar em um campo de concentra\u00e7\u00e3o, de trabalhos for\u00e7ados e de exter\u00c2\u00adm\u00ednio sistem\u00e1tico  \u201d interroga o logoterapeuta  \u201d para superar a depress\u00e3o e encontrar objetivo para lutar, para viver? \u009d<br \/>Ele pr\u00f3prio responde:   \u201d Projet\u00e1-lo no futuro. Des\u00c2\u00adcobrir se alguma coisa o aguarda, quando sair do cam\u00c2\u00adpo: um filho, uma esposa, um sentimento de arte, de cultura, algum projeto interrompido! \u009d<br \/>E conclui, confortavelmente:   \u201d Quase todos os in\u00c2\u00adternados tinham algo que fazer, que terminar, nem que fosse denunciar a crueldade assassina dos seus algo\u00c2\u00adzes, a indiferen\u00e7a da cultura e da civiliza\u00e7\u00e3o com o des\u00c2\u00adtino que lhes havia sido reservado, por motivo nenhum, como se houvesse algum motivo que tornasse o ser humano bestial e t\u00e3o perverso. \u009d<br \/>Aqueles carcereiros impiedosos haviam destru\u00eddo o pr\u00f3prio sentimento de humanidade e converteram-se em sic\u00e1rios, tornando as demais criaturas que lhes ca\u00edam nas m\u00e3os, apenas um n\u00edmero que n\u00e3o lhes sig\u00c2\u00adnificava nada e que lhes proporcionava o prazer de os esmagar, de destruir-lhes a alma, o valor, coisificando\u00c2\u00adas, zerando-as. N\u00e3o obstante, eram pais e m\u00e3es gentis, quando retornavam aos lares, bons vizinhos e af\u00e1veis cidad\u00e3os, com as exce\u00e7\u00f5es compreensiveis&#8230;<br \/>A crueldade mais acerba, todavia, se manifestava, em forma patol\u00f3gica de aus\u00eancia de afei\u00e7\u00e3o nos guar\u00c2\u00addas recrutados entre os pr\u00f3prios prisioneiros, que se faziam verdugos implac\u00e1veis, buscando sobreviver, desfrutar de alguns favores e concess\u00f5es dos seus per\u00c2\u00adseguidores.<br \/>Os conflitos mal controlados levam o indiv\u00edduo\u00e0crueldade,\u00e0 total insensibilidade, por sentir-se descon\u00c2\u00adfortado em si mesmo, transferindo o rancor da pr\u00f3pria situa\u00e7\u00e3o contra aqueles que acredita felizes e os fazem invej\u00e1-los..<br \/>Mediante a conquista da afetividade, lenta e segu\u00c2\u00adramente, s\u00e3o superados os conflitos perturbadores, abrindo-se os bra\u00e7os, a princ\u00edpio\u00e0 solidariedade, de\u00c2\u00adpois ao cumprimento dos deveres de fraternidade, que levam ao amor.<br \/>Os sinais evidentes de uma exist\u00eancia e de um ser normais, s\u00e3o os pr\u00f3dromos do desabrochar da afetivi\u00c2\u00addade tranquila, que se desenvolve estimulando\u00e0 luta, ao crescimento interior.<br \/><\/em><\/div>\n<p><strong><\/p>\n<div align=center> Joana de \u00c3\u201angelis &#8211; Psicografado por Divaldo franco<\/div>\n<p><\/strong> <\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n<p id=\"pvc_stats_9926\" class=\"pvc_stats all  \" data-element-id=\"9926\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg aria-hidden=\"true\" focusable=\"false\" data-prefix=\"far\" data-icon=\"chart-bar\" role=\"img\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 512 512\" class=\"svg-inline--fa fa-chart-bar fa-w-16 fa-2x\"><path fill=\"currentColor\" d=\"M396.8 352h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V108.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v230.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm-192 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V140.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v198.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm96 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V204.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v134.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zM496 400H48V80c0-8.84-7.16-16-16-16H16C7.16 64 0 71.16 0 80v336c0 17.67 14.33 32 32 32h464c8.84 0 16-7.16 16-16v-16c0-8.84-7.16-16-16-16zm-387.2-48h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8v-70.4c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v70.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8z\" class=\"\"><\/path><\/svg><\/i> <img decoding=\"async\" width=\"16\" height=\"16\" alt=\"Loading\" data-src=\"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/wp-content\/plugins\/page-views-count\/ajax-loader-2x.gif\" border=0 src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" style=\"--smush-placeholder-width: 16px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 16\/16;\" \/><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quando os conflitos interiores n\u00e3o se encontram solucionados e a imaturidade predomina no compor\u00c2\u00adtamento psicol\u00f3gico do ser, a sua afetividade \u00e9 inst\u00e1\u00c2\u00advel, perturbada, exigente, nunca se completando.Ningu\u00e9m consegue viver sem afei\u00e7\u00e3o. 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