Categoria: Joanna de Angelis

O fenômeno da morte – Joanna de Ângelis

      Presente e constante na existência humana, o fenômeno da morte constitui uma fatalidade da qual ninguém consegue eximir-se. Ocorrendo a cada momento nas células, que também se renovam, ocasião chega em que a anóxia cerebral se encarrega de parar as funções do tronco encefálico, interrompendo a ocorrência biológica da vida física. Todos os seres…
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O espículo da culpa – Joanna de Ângelis

      Adormecida no inconsciente profundo do ser humano permanece a culpa, aguardando o momento próprio para assomar e se transformar em conflito devastador. Refugiando-se por muito tempo, recalcada sob a argamassa dos caprichos emocionais, que procuram justificar os atos insanos, esse olvido é sempre transitório, porquanto o fato de não estar consciente não significa encontrar-se…
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Nunca, a sós – Joanna de Ângelis

      Nunca, a sós Não poucas vezes, no turbilhão da vida moderna de hoje, qual aconteceu na monotonia dos dias transatos, a criatura humana tem a impressão de que se encontra a sós, lutando contra a correnteza dos acontecimentos, que a leva inapelavelmente na direção do abismo. Falta de estímulo para continuar na faina pela…
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Noite inexcedível- Joanna de Ângelis

      Vivia-se o período da supremacia do poder absoluto sobre as pessoas e as nações. O ser humano era, de alguma sorte, alimária submetida ao jugo das paixões dos conquistadores impiedosos e dos regimes perversos. Os direitos repousavam nos poderes execrandos que não distinguiam justos de injustos, nobres de serviçais, todos colocados na mesma lixeira…
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Necessidade da autoiluminação – Joanna de Ângelis

      Depois que o ser humano desenvolveu o intelecto e a razão deu-se conta que essas conquistas não lhe bastam à existência, porque não o preenchem interiormente. No vazio existencial que o aturde, desenha-se-lhe a necessidade da autoiluminação, isto é, do autoencontro, da autorrealização. Esse fenômeno é compreensível, porque a iluminação é o vir-a-ser, o…
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Natal inesquecível – Joanna de Ângelis

      Desde quando Pompeu Magno submeteu a Síria e, logo depois, Jerusalém, em guerras lamentáveis, que passaram a províncias do Império Romano, que os judeus sofreram contínuos golpes da dominação a que se encontravam submetidos. Na Galileia, surgiram, com frequência, profetas e messias que se atribuíam as características de grandes libertadores, gerando revoluções sempre vencidas…
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Mendacidade – Joanna de Ângelis

      Costume arraigado no inconsciente humano, em decorrência dos hábitos doentios do passado, a mendacidade também resulta dos processos insalubres da educação doméstica, especialmente nas famílias atrabiliárias, caracterizadas por desajustes de vária ordem. A família é o laboratório no qual se forjam os valores morais edificantes, mediante as contribuições valiosas do amor e da disciplina,…
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Marcas morais – Joanna de Ângelis

      O ser humano, ao comprometer-se perante as leis divinas, fica assinalado por marcas que se lhe fixam, difíceis de ser removidas, mesmo quando superados os equívocos e integrado no conceito harmônico da sociedade, como permanente advertência para não mais incidir nos mesmos equívocos. São esses sinais psicológicos que facultaram ao nobre neurologista suíço Jung…
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Ante a cruz e a espada – Joanna de Ângelis

      Desde priscas eras, a espada vem contribuindo para o desar do ser humano, embora a utilidade de que também se reveste, quando aplicada com o objetivo edificante. No período paleolítico, começou a ser usada na sua forma tosca na condição de instrumento de defesa dos animais, assim como auxiliar para diversos labores que tornariam…
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Lamentável equívoco – Joanna de Ângelis

      Convencionou-se que felicidade é despreocupação, logo seguida de alegrias em paisagens rutilantes de Sol e de bem-estar. Para fruí-la, até a embriaguez dos sentidos, basta acumular haveres ou recebê-los de outrem, de modo que a despreocupação acompanhe a trajetória do indivíduo fútil e ditoso. Lamentável equívoco tal conceito, porquanto, esse estado, mais de prazer…
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