35 – OBSERVEMOS AMANDO

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Por que vês o argueiro no olho do teu irmão? - Jesus
(MATEUS, 7:3.)
Habitualmente, guardamos o vezo de fixar as inibições alheias, com absoluto
esquecimento das nossas.
Exageremos as prováveis fraquezas do próximo, prejulgamos com rispidez e
severidade o procedimento de nossos irmãos…
A pergunta do Mestre acorda-nos para a necessidade de nossa educação, de v ez
que, de modo geral, descobrimos nos outros somente aquilo que somos.
A beneficio de nossa edificação recordemos a conduta do Cristo na apreciação de
quantos lhe defrontavam a marcha.
Para muitos, Maria de Magdala era a mulher obsidiada e inconveniente; mas para
ele surgiu como sendo um formoso coração feminino, atribulado por indizíveis angustias,
que, compreendido e amparado, lhe espalharia no mundo o sol da ressurreição.
No conceito da maioria, Zaqueu era usurário de mãos azinhavradas e infelizes; para
ele, no entanto, era o amigo do trabalho a quem transmitiria alevantadas noções de
progresso e riqueza.
Aos olhos de muita gente, Simão Pedro era fraco e inconstante; para ele, contudo,
representava o brilhante entrando nas sombras do preconceito que fugiria à luz do
Pentecoste para veicular-lhe o Evangelho.
Na opinião do seu tempo, Saulo de Tarso era rijo doutor da lei mosaica, de espírito
endurecido e tiranizante; para ele, porem, era um companheiro mal conduzido que
buscaria em pessoa,às portas de Damasco para ajudar-lhe a Doutrina.
Observemos amando, porque apenas o amor puro arrancará por fim as escamas de
trev a dos nossos olhos para que os outros nos apareçam na Benção de Deus que,
invariavelmente, trazem consigo.

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